Aracaju apresenta queda na Cesta Básica

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Custo dos produtos registrou queda em 14 das 17 capitais pesquisadas pelo Dieese
O custo do conjunto de produtos alimentícios essenciais registrou, em fevereiro, queda em 14 das 17 capitais onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica. As três localidades com elevação foram Recife (1,31%), João Pessoa (0,78%) e Curitiba (0,21%). As retrações mais significativas ocorreram em Belo Horizonte (-6,36%), Belém (-4,31%) e Goiânia (-4,20%).

Doze localidades acumularam, nos dois primeiros meses de 2009, variação negativa no custo da cesta básica. As quedas mais expressivas ocorreram em João Pessoa (-10,61%), Fortaleza (-7,18%), Rio de Janeiro (-6,78%) e Aracaju (-6,71%). Cinco capitais registraram aumento no custo dos produtos essenciais: Vitória (2,17%), Salvador (2,08%), Belém (1,29%), Goiânia (0,80%) e Manaus (0,08%).

Em janeiro, os preços do mesmo conjunto de itens subiram na maior parte das cidades pesquisadas. Com base no custo da cesta mais cara – apurado em Porto Alegre –  e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deveria suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário.

Comportamento dos preços

Em fevereiro, a retração verificada no preço da cesta básica foi motivada pela queda registrada em um pequeno grupo de produtos, em especial o tomate, arroz, feijão e, nas cidades do centro-sul do país, a farinha de trigo.

O tomate apresentou variação mensal negativa em todas as 17 capitais pesquisadas. Os maiores recuos ocorreram em Vitória (-30,40%), Curitiba (-26,59%), Recife (-25,46%), Porto Alegre (-23,47%) e Florianópolis (-23,25%). As menores quedas foram apuradas em Manaus (-2,00%) e Belo Horizonte (-2,05%). Nos últimos 12 meses, o tomate está mais caro em 13 localidades, com destaque para Salvador (56,92%), Aracaju (51,22%) e Florianópolis (47,52%).

Fonte: Dieese

 

 


 

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