Banese é o primeiro banco a ter 100% dos caixas adaptados para deficientes

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Banese é pioneiro no país
O Banco do Estrado de Sergipe (Banese) renovou todos os caixas eletrônicos (ATMs) por equipamentos adaptados para deficientes físicos, sendo o pioneiro no país a ter 100% de renovação. A iniciativa configura-se como tendência nacional de acordo com pesquisa “O Setor Bancário em Números”, produzida pela FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos, que aponta um aumento de 118%, de 2008 para 2009, em equipamentos adaptados instalados no país, num total de 76 mil.

 

A pesquisa também aponta que os caixas eletrônicos adaptados já representam 44% do parque de ATMs do Brasil, composto por 173 mil máquinas. De acordo com a gerente da Área de Canais de Relacionamento do Banese,Ana Paula Vasconcelos, o Banese tornou-se o pioneiro, nacionalmente, a ter 100% de sua rede de atendimento composta desses equipamentos, num total de 349, graças ao investimento de R$ 30 milhões aplicados na área de tecnologia (que inclui hardware, softwares de terceiros, telecomunicações e infraestrutura) e  modernização administrativa.

 

Segundo a gerente, esses recursos também permitiram implantar no Banco uma comunicação personalizada a cada tipo de deficiência, e exemplo de piso tátil com caminho único, sintetizador de voz e material comunicativo em braile. Além disso, Ana Paula pontuou que os novos equipamentos trazem o que existe de mais moderno em caixas eletrônicos, proporcionando melhor navegabilidade e trazendo novos serviços, como a disponibilização de folhas de cheque, além de saques, consulta a extratos e saldos, pagamento de contas e transferências.

 

De acordo com o presidente do Banese, Saumíneo Nascimento, tornar-se o primeiro Banco no país a possuir 100% das agências com o autoatendimento adaptado para pessoas com deficiência demonstra o compromisso social da instituição e o respeito às diversidades e necessidades de cada um dos seus clientes. “O Banese enquanto banco público estadual, que prima por ações que envolvem a responsabilidade social, tem no projeto de acessibilidade à lógica de busca de independência por parte da nossa clientela”, observou Saumíneo.

 

Diminuição das filas

 

Os dados analisados também demonstram uma queda expressiva no atendimento dos caixas das agências, favorecendo a diminuição das filas nos bancos, que durante muito tempo foram o principal canal de realização das operações bancárias, mas perderam espaço nos últimos anos e hoje ocupam o quarto lugar no ranking, com 9% do total de operações (4,4 bilhões de transações). Outro fator que reforça essa tendência foi o aumento de 38%, em 2009, no número de correspondentes bancários no país, a exemplo do Ponto Banese aqui em Sergipe.

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