BNB aplica R$ 248 milhões para micro e pequenas empresas em Sergipe

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Em Sergipe, foram realizadas 2,5 mil operações (R$ 248,7 milhões) com micro e pequenas empresas (Foto: Pixabay)

Mesmo no atual cenário de pandemia, o Banco do Nordeste vem ajudando a reescrever a história de muitos empreendedores na sua área de atuação, por meio da concessão de linhas de crédito para micro e pequenas empresas.

Prova disso é que em 2020 as contratações com o segmento ultrapassaram a marca de R$ 4,6 bilhões com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e demais fontes do Banco, o que representa incremento de 26,7% nas aplicações em comparação ao ano anterior.

Para Romildo Rolim, presidente do BNB, “a marca histórica que o Banco do Nordeste alcançou com os resultados de MPE em 2020 é o reflexo do nosso compromisso com o desenvolvimento. Oferecemos crédito, incentivamos o giro e renegociamos operações. São números que refletem o incentivo à competitividade das empresas e o apoio à preservação de milhares de empregos na nossa região”.

Para amenizar os efeitos da pandemia de covid-19, linhas como FNE Emergencial e recursos do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) foram operacionalizados pelo Banco do Nordeste ano passado, permitindo ao Banco atingir o maior volume contratado pelo segmento de MPE na história da instituição.

MPE em Sergipe

Em 2020, em Sergipe, somente no segmento de Micro e Pequenas Empresas (MPE), foram realizadas 2,5 mil operações no Banco do Nordeste, equivalentes a R$ 248,7 milhões. Já em 2019, o BNB contratou, no Estado, 2,1 mil operações, para o montante de R$ 188,3 milhões.

Um dos segmentos mais importantes para a economia da Região, por ser forte gerador de emprego e renda, as micro e pequenas empresas constituem atualmente, no Banco do Nordeste, uma carteira com mais de 200 mil clientes.

Crédito e crescimento

Ele começou como garçom, mas antes atuava como fisioterapeuta na rede pública de saúde. Hoje Ramiro Henriques é dono de um dos principais restaurantes de Aracaju, criado em 1993. Ele conta que fez algumas tentativas até conseguir um bom resultado.

“A primeira experiência foi ajudando no restaurante da minha irmã. Tive que batalhar muito para chegar onde estou. Fui para outros estados, mas só tive sucesso em Sergipe. Agora finalmente criei uma filial em Lagarto, há uma semana”, conta o empresário.

Há mais de vinte anos ele investe em entregas a domicílio, mas viu a procura pelo serviço crescer na pandemia. Neste período ele tem contado com crédito do Banco do Nordeste. “O aumento é de 20% nos pedidos, por telefone ou por aplicativo de entrega. E o nosso melhor dia é sempre o domingo, com atendimento a 1.200 pessoas, que procuram por pratos como carne de sol, bode assado e picanha argentina. Esse é o dobro da média diária de produção”, explica Ramiro.

Fonte: Ascom BNB/SE

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