Caixa reduz juros no crédito comercial

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A Caixa Econômica Federal anunciou na tarde dessa segunda-feira, 22, a redução da taxa de juros em 21 linhas de empréstimo para pessoas físicas e jurídicas. Estão inseridos nessa modalidade o empréstimo e crédito pessoal, cheque especial, penhor, cartão de crédito, dentre outras. A medida é uma forma de injetar crédito na economia e, nas palavras do superintendente da empresa, Luciano Pimentel, mostrar o bom momento que a caixa vive.

Os interessados já poderão usufruir das novas linhas a partir da próxima semana. Segundo Luciano Pimentel, responsável pelo anúncio das novas medidas, isso demonstra que a caixa vive um momento positivo, com um crescimento 40% da instituição em relação ao ano passado e com perspectivas de 30%  em para 2009.

“Essas ações demonstram que o Governo Federal quer investir no país e em Sergipe. Com o crédito geramos renda, algo fundamental para o país. Também é possível injetar confiança no mercado. Só em 2008 injetamos dois milhões no Estado de Sergipe através de diversas linhas”, disse o superintendente.

No Penhor, por exemplo, a taxa de juros passou de 2,99% ao mês para 2,25%. Já no cheque especial, a taxa mínima foi de 1,47% para 1,37%, enquanto a taxa máxima reduziu de 7,98% ao mês para 7,49% ao mês.

Sem Crise

Para Luciano Pimentel essas ações visam promover a liquidez e estimular o mercado. Ele ressaltou ainda que esse momento de crise mundial deve ser visto com cautela, mas que a instituição está preparada para atuar através do montante disponível e explicou que a redução dos juros deve ser encarada como uma dessas medidas, já que o dinheiro será investido de outras formas.

Construção Civil

Uma das prioridades da Caixa, segundo foi anunciado na tarde dessa segunda-feira, será a construção civil, mantendo o ritmo de 2008, quando foram aplicados 48 milhões nesse setor. Os investimos e incentivos a projetos continuarão a acontecer não só em Aracaju, mas também no interior, com mais construções do PAR, que estão previstos para a capital e Nossa Senhora do Socorro.

“Acredito que a construção civil tem um poder imenso dentro da economia pela grande quantidade de mão de obra que emprega. Também sabemos que existe um déficit habitacional. Continuaremos a investir a incentivar”, frisou Luciano Pimentel, que também ressaltou a construção em empreendimentos para baixa renda.

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