Com alta de 4,7%, setor de serviços tem melhor resultado desde 2016

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Resultados foram ainda melhores na comparação entre maio de 2020 e maio de 2021. (Foto: Pixabay)

O IBGE divulgou nesta terça-feira, 13, os resultados da Pesquisa Mensal de Serviços para o mês de maio de 2021. Na série com ajuste sazonal, o volume de serviços em Sergipe teve alta de 4,7% na comparação com abril
de 2021, quando registrou queda de 2,6%. Esse é o melhor resultado para esse índice desde setembro de
2016, quando o volume de serviços aumentou 6,2%.

Os resultados foram ainda melhores na comparação entre maio de 2020 e maio de 2021, na série sem
ajuste sazonal. Nesse caso, o aumento no volume de serviços ficou em 14,8%, a maior variação da série
histórica que teve início em 2011. Essa variação reflete uma base de comparação (maio de 2020) muito
afetada pelas medidas de distanciamento social decorrentes da pandemia, mais rigorosas no primeiro
semestre do ano passado e mais visíveis no setor de serviços do que no comércio. Em maio de 2020, por
exemplo, na comparação com maio de 2019, esse mesmo indicador recuou 24,2%.

Por outro lado, tanto no acumulado do ano (janeiro a maio de 2021 frente a janeiro a maio de 2020)
quanto no acumulado dos últimos 12 meses (junho de 2020 a maio de 2021 frente a junho de 2019 a maio
de 2020), o volume de serviços ainda está em terreno negativo. No acumulado de 2021, o índice acumula
perdas de 1,4%, com decréscimo nas perdas pelo sétimo mês consecutivo, mas Sergipe sendo a única
unidade da federação a registrar variação negativa em maio. Já no acumulado dos últimos 12 meses, as
perdas chegaram a 11,2%, dando continuidade à recuperação iniciada em abril de 2021, quando as perdas
diminuíram pela primeira vez desde o início da pandemia, registrando -14,0%. Fevereiro e março de 2021
foram os piores meses da série histórica da pesquisa, com registro de -16,2% para esse índice específico.

Serviços cresceram em 23 das 27 Unidades da Federação

Regionalmente, 23 das 27 unidades da Federação tiveram expansão no volume de serviços em maio de
2021, ante o mês imediatamente anterior. As expansões mais relevantes vieram de São Paulo (2,5%),
seguido por Bahia (8,6%), Minas Gerais (2,1%) e Distrito Federal (3,7%). Por outro lado, Tocantins (-2,9%),
Mato Grosso (-0,4%), Piauí (-1,9%) e Rondônia (-0,8%) registraram as únicas retrações em termos
regionais.

Frente a maio de 2020, o avanço na taxa para o Brasil (23,0%) foi acompanhado por 26 das 27 UFs. A
principal contribuição veio de São Paulo (24,6%), seguido por Rio de Janeiro (18,3%), Minas Gerais (26,9%),
Rio Grande do Sul (21,2%), Santa Catarina (23,9%), Bahia (28,9%), Distrito federal (27,0%) e Paraná
(13,4%).

No acumulado do ano, frente a igual período de 2020, houve avanços em 26 das 27 UFs. O principal
impacto positivo veio de São Paulo (7,9%), seguido por Minas Gerais (12,6%), Rio de Janeiro (4,6%) e Santa
Catarina (15,6%). A única influência negativa veio de Sergipe (-1,4%).

Fonte: IBGE

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