Concursados da Caixa realizam ato e pedem convocação

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Ato ocorre na tarde deste sábado (Foto: Portal Infonet)

Os aprovados no último concurso da Caixa Econômica, realizado em junho de 2014, realizaram um ato na tarde deste sábado, 16, para pedir celeridade nas convocações. Segundo a comissão dos concursados, a Caixa estaria mantendo em seu quadro, funcionários terceirizados para realizar atendimento aos clientes. A comissão acusa a instituição bancária de sobrecarregar os servidores, aumentando os serviços.

O Movimento Estadual dos Concursos reuniu cerca de 20 manifestantes, que se concentraram em frente ao Centro de Convenções de Sergipe, onde há um Feirão de imóveis. Munidos de faixas e caixa de som, chamaram a atenção de quem chegava ao local.
De acordo com a líder da comissão, Maria do Carmo Brasileiro, aprovada para o cargo de técnica bancária, foram 295 aprovados entre os mais de 15 mil inscritos no concurso público de 2014. “Não há celeridade nas convocações. Até o momento só foram admitidas sete pessoas, quando sabemos que há terceirizados trabalhando”, afirma.

Maria do Carmo "queremos celeridade nas convocações"

O ato contou também com o apoio da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil em Sergipe (CTB/SE) e do Sindicato dos Bancários de Sergipe (SEEB/SE). A diretora do sindicato, Rose Santos, afirma que os serviços aumentaram para os bancários da Caixa. “Há uma sobrecarga de trabalho em Aracaju, pois aumentaram as contas e foi feito um plano de aposentadorias. Portanto, esses funcionários ainda não foram repostos, sobrecarregando muito os servidores”, alerta.

Caixa

De acordo com a assessoria de comunicação da Caixa Econômica em Sergipe, “o concurso CAIXA 2014 para o cargo de Técnico Bancário Novo foi realizado para composição de cadastro de reserva e a contratação dos aprovados depende sempre do surgimento de vagas no polo de opção durante o período de validade do concurso, em número suficiente que alcance suas respectivas classificações. Como as vagas surgem em decorrência de transferências ou desligamentos, não é possível prever o número de vagas que surgirão por polos ou regiões”.

Por Eliene Andrade

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