Datas comemorativas e 13° podem reaquecer a economia, diz economista

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De acordo com o economista Fernando Carvalho, o 13° salário é um dos motivos que pode reaquecer a economia em Sergipe (Foto: Freepik)

Com o fim do ano se aproximando, as datas festivas já são de grande expectativa para o comércio. A ‘Black Friday’ que acontece na última sexta-feira do mês de novembro é uma das opções do mercado para alavancar as vendas. De acordo com o economista Fernando Carvalho, o 13° salário é um dos motivos que pode reaquecer a economia em Sergipe.

“Naturalmente, no último trimestre de cada ano, há um aquecimento da economia por conta do Dia das Crianças, Black Friday e Natal… Então, nesse período, a economia fica aquecida com contratações temporárias. Também vale ressaltar a injeção do 13° na economia. Muitos servidores públicos e empregados do setor terciário e do comércio recebem seu 13° e há uma injeção de mais recursos na economia”, diz Fernando. Tal como o restante do país, o estado de Sergipe deve apresentar uma melhora no setor de varejo por conta das datas.

De acordo com o economista, mesmo diante da pandemia, o turismo e o comércio tendem a ter uma procura neste final de ano. “Há uma injeção de recursos na economia em praticamente todos os setores, pois um setor alavanca o outro. Você tem o turismo, pois as pessoas tendem a viajar no fim do ano, mesmo com essas restrições de pandemia. Tem a questão dos bares que começam a ficar lotados. As compras em shopping center e lojas. Então, todos os setores da economia ficam aquecidos por conta desse momento de final de ano onde as pessoas tendem a consumir”, explica.

Apesar das expectativas, o economista também avalia que o consumidor poderá ter cautela por conta da crise causada pela pandemia da Covid-19. “Normalmente, em período de crise as pessoas tendem a fazer escolhas do que é prioridade no seu orçamento. A gente vive uma queda do crescimento da economia, e o que vem segurando é essa injeção do auxílio emergencial. Então as pessoas tendem a rever suas prioridades e talvez isso impacte no consumo”, completou Fernando Carvalho.

por Milton Filho e Aisla Vasconcelos

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