Economista diz que variação no preço do feijão é incerta

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Economista dis que comportamento do consumidor vai influenciar nos preços (Foto: arquivo Portal Infonet)

Ainda não é possível estimar o preço do feijão para os próximos meses. A avaliação é do economista Luís Moura, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) de Sergipe, ao destacar que a variação vai depender do comportamento do consumidor.

“Os preços devem se manter no mesmo patamar, mas não dá para ter certeza. A menos que haja uma redução no consumo e uma queda nas vendas, o que forçaria a redução do preço. Percebemos que no fim de junho, o feijão estava sendo vendido a R$ 13,50, mas agora já é possível encontra-lo a R$ 11. Pode ser que haja uma queda no consumo e consequentemente algum tipo de diminuição no preço, porém, a situação só volta ao normal quando aumentar a oferta do produto”, detalha Luís Moura.

Luís Moura explica que a liberação por parte do Governo Federal para a importação de feijão não foi suficiente para baixar os preços. “O feijão é difícil de ser encontrado no mercado externo. Fala-se até em importar da China, mas não é o feijão que tradicionalmente o brasileiro consome, que é o carioquinha”, justifica.

A alternativa para os consumidores, segundo Luís Moura, é optar por outros tipos de feijão. “As pessoas podem comprar o feijão com preço mais barato como o branco, o preto e também o fradinho”, aconselha.

Aumento

De acordo com o Instituto Brasileiro do Feijão, o aumento se deve à seca em grande parte dos estados que produzem o grão. Com isso, houve queda na oferta e, com o aumento da demanda, os preços acabaram subindo.

Por Verlane Estácio

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