Incubadoras de empresas sergipanas ganham destaque

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No Sergipe Tec, estão instaladas  três incubadoras de empresas
Ajudar uma iniciativa inovadora de empreendimento a se estabelecer no mercado. Essa é a proposta de um tipo de organização que vêm ganhando destaque em Sergipe: as  incubadoras de empresas. O gerente de incubadoras de empresas da Universidade Tiradentes, Cleverton Santa Rita, explica que essa iniciativa funciona semelhantemente ao atendimento em uma maternidade. “Nós recebemos empresas nascentes e frágeis e as ajudamos durante certo tempo até que ganhem fôlego para se manterem por conta própria”, afirma.

As empresas passam de dois a três anos sendo assessoradas pela incubadora. Esta fornece capacitação em gestão empresarial; encaminha o empreendedor a congressos e facilita contatos com fornecedores, possíveis clientes e instituições de apoio técnico. 

Mas o que uma empresa precisa ter para conseguir o apoio de uma incubadora? Cléverton fala que na seleção são utilizados alguns critérios: conteúdo inovador da proposta, perfil do empreendedor e grau de maturidade da idéia.

Fortalecer esse tipo de iniciativa é um dos objetivos do XVIII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas. O pré-lançamento do evento aconteceu hoje, 5, no Sergipe Tec. O Seminário se realizará entre os dias 22 e 26 de setembro com a presença de gestores de incubadoras e parques tecnológicos, empresários e entidades governamentais de vários países. Na ocasião, também ocorrerá o XVI Workshop da Associação Nacional de Entidades Promotoras de

Alan Lemos
Empreendimentos Inovadores (Anprotec).

Incubadoras em Sergipe

De acordo com Alan Lemos, coordenador da rede de incubadoras do Estado, atualmente existem quatro instituições do tipo na área de tecnologia em Sergipe, que abrigam no total 21 empresas.

Ele afirma que o Estado começou relativamente tarde no ramo das incubadoras, mas atualmente a rede – criada em 2004 – já possui relevância no cenário nacional. “Hoje, somos a terceira rede no nordeste em captação de recursos”, informa.

Brasil

Ary Plonski

Ary Ploski, presidente da Anprotec, afirma que o Brasil teve sua primeira experiência com incubadoras em 1984, sendo que internacionalmente esse tipo de iniciativa já existe desde a década de 50.

Mas, segundo Plonski, o Brasil correu atrás do tempo perdido e atualmente é um dos países mais avançados na área. “Estamos na primeira divisão a nível mundial”, destaca. Estima-se que existam hoje, mais de 300 incubadoras em todo o Brasil.


Por Zeca Oliveira e Carla Sousa

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