Operários param fábrica de cimento em protesto

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Djenal Prado falando pela categoria 

Os funcionários da fábrica de cimento Itaguassu Agro Industrial SA/Nassau, localizada no povoado Estiva, na cidade de Nossa Senhora de Socorro, paralisaram as atividades na manhã desta quarta-feira, 19, em protesto as negociações de reajuste da categoria. Desde julho o sindicato está se reunindo com a comissão de negociação e não se chegou a um consenso.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria do Cimento, Cal, Gesso e Cerâmica no Estado de Sergipe (Sindicagese), Djenal Prado, a empresa não atendeu nenhum ponto das causas sociais da categoria: implantação do ticket alimentação no valor de R$105,00, aumentar de R$49,00 para R$60,00 o auxilio a medicamento e manter o congelamento de descontos em cima do vale transporte e plano de saúde.

No acordo salarial, a categoria solicita também 100% de reajuste salarial e de participação dos lucros. “A comissão de negociação só tratou desses dois pontos e quer dar reajuste de 6,56% para quem ganha até R$3.200,00, e 5,6% para quem

Funcionários parados em frente a Nassau (Fotos: Sindicagese)

ganha acima de R$3.200,00. E a inflação do país até julho foi de 6,06%. Eles querem dar também 90% da PRL com pagamento escalonado e dividido”, alega o sindicalista.

A categoria fez outras manifestações durante o ano, mas como não consegue mudanças da parte da comissão de negociação entendeu que necessitaria paralisar as atividades por um dia e chamar também a atenção da sociedade para o problema.

A reportagem do Portal Infonet tentou falar com o Gestor de RH da Nassau, Álvaro Santos, mas não obteve êxito. Colocamos o nosso telefone (79) 21068000 e e-mail jornalismo@infonet.com.br à disposição da empresa.

Por Raquel Almeida

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