Petroleiros realizam ato em defesa da Petrobras e dos empregos

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O manifesto foi na Petrobras de Carmópolis (Foto: Sindipetro-SE/AL)

Nesta sexta-feira, 10, é comemorado o Dia Nacional de Luta da Categoria Petroleira em todo país. Em Sergipe, está sendo realizado um manifesto em frente a Petrobras localizada no município de Carmópolis. As ações da Jornada de Lutas ocorrem até o próximo domingo dia 12 em todo o país.

De máscaras e bandeiras nas mãos, membros do Sindicato Unificado dos Trabalhadores Petroleiros, Petroquímicos, Químicos e Plásticos (Sindipetro-SE/AL) convocam os trabalhadores para uma campanha pela permanência da Petrobras no Estado, em favor da manutenção dos empregos dos petroleiros e pela saída do Governo Federal.

De acordo com a diretora do Sindipetro em Sergipe, Enilde Marques, é preciso lutar em favor dos trabalhadores. “O Governo Federal está acabando com nossas riquezas patrimoniais. A Petrobras é uma empresa social que só fez crescer o país, mas está se acabando. Temos que lutar e conscientizar os colegas para que a empresa fique no Estado porque diversos trabalhadores estão perdendo os empregos. Esse ato também é por Fora Bolsonaro e Mourão”, diz Enilde.

Demissões

No mês passado, o Sindipetro- SE/AL, denunciou a demissão de centenas de trabalhadores terceirizados no campo terrestre da Petrobras, em Carmópolis. Segundo o Sindicato, uma das empresas que atua na operação de nove sondas, acabou tendo suas atividades reduzidas e até julho, a previsão da entidade é de que 500 trabalhadores percam seus postos de trabalho.

Petrobras

O Portal Infonet entrou em contato com a assessoria de comunicação da Petrobras que destacou que o ato é a nível nacional e que os manifestantes agem dentro da legalidade que é de direito e que sempre existe um diálogo aberto entre a Petrobras e os representantes dos Sindicatos.

A assessoria esclarece ainda que não existe demissão em massa dos empregados da empresa e que vem ocorrendo apenas um gerenciamento de ativos onde alguns funcionários efetivos estão sendo realocados em outros Estados.

por Aisla Vasconcelos

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