Profissionais querem inserir mulheres no mercado de TI

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Palestras mobilizam público interessado em tecnologias (Fotos: Portal Infonet)

O Grupo de Desenvolvimento Google de Aracaju ou Google Developers do Google (GDG), como é difundindo, está focado em criar eventos que possam inserir mulheres no mercado de Tecnologia da Informação. Neste sábado, 9, o GDG encerrou o Android Fest Aracaju, evento focado em novidades sobre desenvolvimento mobile e que teve um público diversificado.

Sthefane Soares e Ana Costa: eventos pela diversidade

Encerrando os debates, a professora Sthefane Soares, uma das grandes entusiastas do software livre, falou sobre o flutter, considerado uma das grandes novidades entre as tecnologias. “É uma tecnologia Google que traz uma característica diferente de desenvolvimento, na linguagem deles”, diz. “É como você desenvolver um único código para multiplaformas. Ou seja, você desenvolver para Android e para OIS, é usar um único código e compilar para as duas plartaformas simultaneamente”, explica.

A vantagem está na celeridade, conforme desta a organizadora do evento, Ana Costa. “É você ter um aplicativo que vai responder as suas expectativas com mais rapidez, sem estar armazenando muita coisa e travando o celular, é um sistema que vai deixar os aplicativos mais leves e mais rápidos”, resume Ana Costa, uma das representantes do GDG Aracaju, organizadora do evento.

E, pensando em agregar mulheres neste mercado, o GDG já idealiza um outro ousado projeto, voltado para o público feminino, mesmo que formado por inexperientes no mercado de Tecnologia da Informação, conforme desta Ana Costa. “Nosso objetivo é inserir diversidade e incluir minorias, todos têm o mesmo skill [habilidade] para participar destes eventos”, destaca.

O próximo evento está marcado para o mês de março, marcando as comemorações alusivas ao Dia Internacional da Mulher: o Women Techmakers. Neste evento, o GDG promoverá palestras e workshops com temáticas variadas, envolvendo a tecnologia da informação. “Queremos tirar o rótulo de que só aquele homem branco e de elite é que pode estar aqui”, ressalta Ana Costa.

O mercado é promissor, mas falta qualificação profissional, na ótica da professora Sthefane Soares. “Espero que as pessoas se sintam motivadas, que saiam [destes eventos] com a expectativa de aprender as tecnologias e que cheguem em casa e desenvolvam aquele projeto e possam ser capacitadas para o mercado”, destaca.

por Cassia Santana

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