Resíduos sólidos em debate

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Grupos fpram formados em workshop realizado pelo Sergipe Tec
Grupos de trabalho envolvidos em projeto para utilização de resíduos sólidos urbanos na geração de energia reúnem-se esta semana para traçar estratégias de atuação. Os grupos foram formados em workshop realizado pelo SergipeTec em dezembro passado, em parceria com o CEFET-SE, ITP/UNIT e UFS.

De acordo com Francisco Pedro, gestor de energia do SergipeTec, a meta é tornar os  resíduos sólidos – o lixo gerado por residências e empresas – em energia. “Sabemos, a partir do exemplo de mais de 35 países que produzem energia a partir da queima do lixo, que esse problema crônico das cidades pode se tornar solução”, comenta ele.

Os grupos de trabalho estão empenhados em analisar questões relativas à legislação, as viabilidades técnicas e econômicas, transferência de tecnologia, implantação de usinas, formação de consórcios e financiamentos.

A reunião acontece nesta quinta-feira, 05 de fevereiro, às 8h, no ITPS-Instituto de Tecnologia e Pesquisa.

Lixo no mundo

Hoje existem, no mundo, mais de 750 termoelétricas construídas para aproveitamento do lixo, produzindo mais 11.000 MW. Somente na Alemanha existem 70 termelétricas movidas a lixo. Os equipamentos queimam 17 milhões de toneladas de detritos por ano e fornecem o vapor usado pelas termelétricas para produzir 10% de toda a energia renovável do país

No Brasil já há estudos experiências em desenvolvimento. A região metropolitana da Baixada Santista, por exemplo, poderá ter usinas de queima de lixo como parte de um plano de saneamento elaborado pelo governo paulista em parceria com as prefeituras locais.

O projeto piloto, que se baseia em experiências feitas na Alemanha, França, Espanha e Portugal, necessita da formação de um consórcio entre os municípios, já que a produção individual das cidades não justificaria o investimento.

 

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