Secretário da Fazenda recebe sindicalistas

0

Foto: Divulgação Sefaz
O secretário de Estado da Fazenda, João Andrade Vieira, recebeu em seu gabinete a diretoria do Sindifisco e do Sindat, na tarde desta segunda, 6 para avaliar os trabalhos da comissão especial de estudo e revisão do Plano de Metas e da Gratificação de Produtividade. Na oportunidade, o secretário dialogou com o Sindifisco sobre o momento de greve, no sentido de ampliar os esforços para encaminhar alternativas que atendam, mesmo que parcialmente, o pleito da categoria.

A reunião com os sindicatos, que aconteceram em momentos distintos, serviu para o secretário fazer um acompanhamento do que está sendo proposto pela Comissão Especial de Trabalho Técnico, formada inclusive por representantes de ambos os sindicatos. Também foi uma oportunidade para as partes – neste caso Sindifisco e Sefaz – conversarem sobre o momento de greve e abrir novas possibilidades para avançar no entendimento das reivindicações. “Nosso intuito ao sentarmos à mesa com os sindicatos é ter um feedbeck da proposta de reavaliação da gratificação de produtividade. Na nossa visão, a comissão que foi criada só tem sentido se nas reuniões houver propostas de ambas as partes que atendas as expectativas”, disse.

Para representantes do Sindifisco, a reunião serviu para rever alguns pontos propostos para atendimento da reivindicação da categoria. Solicitaram do secretário que estudasse assuntos pertinentes aos adicionais da parte fixa e da parte coletiva e também sobre a gratificação de supervisão. “Foram assuntos apresentados hoje que discutiremos com a PGE para encontrar um consenso com os anseios da categoria. Quero exaurir todas as possibilidades de entendimento e avalio que estamos avançando na discussão das propostas”, comentou o secretário.

Entrave

O maior entrave para a um entendimento mais rápido está no fato da instabilidade econômica por que passa as finanças estaduais. “Colocamos como exemplo o comportamento da arrecadação do Estado de Sergipe neste primeiro semestre, que fechou com uma queda de R$ 100 milhões. Esta instabilidade da economia, aliada às últimas negociações salariais, projeta um patamar em que o Estado ficará a menos de 0,5% de atingir o limite prudencial, que é de 46,5% da Despesa de Pessoal em relação à Receita Corrente Líquida. É um patamar de extremo risco, que precisa ser administrado com absoluto rigor”, disse João Andrade.

Para o Sindat, a criação da comissão abriu uma expectativa positiva de atender a reivindicação da categoria, diante da abertura para que sindicatos e governo (Sefaz) componham mecanismos factíveis para melhoria da remuneração dos auditores, até que se possa discutir a incorporação da gratificação, como desejam os sindicatos.

Fonte: Ascom Sefaz

Comentários