Sergipanos reduzem em 17,7% o uso dos cheques

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Dentre os mais de 150 mil cheques compensados, foram devolvidos 6.799 por falta de fundos (Foto: Arquivo Portal Infonet)

Análise realizada pelo Boletim Sergipe Econômico, parceria do Núcleo de Informações Econômicas (NIE) da Federação das Indústrias do Estado de Sergipe (Fies) e do Departamento de Economia da UFS, com base nos dados do Serasa Experian, mostra que foram compensados 150.315 cheques em Sergipe, no mês de junho do ano corrente. Essa quantidade foi 20,4% menor, quando comparado com o mesmo mês do ano passado. Dentre os mais de 150 mil cheques compensados, foram devolvidos 6.799 por falta de fundos, ou seja, aproximadamente 4,5% dos cheques emitidos. No primeiro semestre do ano, 973.920 cheques foram compensados, registrando redução de 17,7%, frente ao mesmo período do ano passado.

O número de cheques devolvidos também caiu no primeiro semestre de 2017, em números foram devolvidos 40.784 cheques, 33% a menos que o primeiro semestre do ano passado. Analisando os dados do Banco Central, em junho desse ano, observou-se que foram trocados R$ 319,1 milhões, em cheques, sendo 15,6% inferior aos valores registrados em maio desse ano. Já na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a retração chegou a 16%.

No tocante aos cheques devolvidos, no mês analisado, o valor foi de aproximadamente R$ 60,9 milhões, sendo 23,4% inferior ao registrado no mesmo mês do ano passado. Comparando com mêsimediatamente anterior, o valor dos cheques devolvidos ficou 18,1% menor.

Os cheques sem fundos, que representaram 82,7% do total de cheques devolvidos, no mês em análise, totalizaram R$ 50,4 milhões, o volume foi 25,7% inferior ao registrado em junho de 2016.

No primeiro semestre de 2017, foram trocados aproximadamente R$ 2 bilhões em cheques, redução de 14,2%, em comparação com o mesmo período do ano passado. Já os cheques devolvidos chegaram aos R$ 397 milhões, sendo que R$ 324 milhões foram de cheques sem fundos, redução de 20,6% e 23,8%, respectivamente, na mesma base de comparação. Todas as variações são em termos nominais, ou seja, sem levar em consideração o efeito da inflação no período.

Fonte: Fies

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