Desafios da educação no mundo atual

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Professores precisam ser facilitadores (Foto: Pixabay)

Pesquisando informações sobre educação básica em uma busca rápida do Google, é muito fácil encontrar diversos estudos sobre a alfabetização e o início do ensino fundamental. Do outro lado, fica o ensino médio, que é mais citado quando se fala sobre o ingresso no ensino superior e o caminho até a conquista de um diploma.

Nessa fase, os estudantes enfrentam uma série de mudanças na tentativa de encontrar uma identidade própria. É preciso considerar também que as informações se tornaram mais acessíveis e que os estudantes estão cada vez mais autônomos e conectados. Por esse motivo, é importante que o professor se torne um facilitador e não apenas um transmissor de conteúdo.

Para o educador Almir Pacheco, que trabalha como diretor de uma escola particular, não tem como falar em educação de qualidade e transformação sem investir na formação continuada para professores. “A falta dessa formação é o que afeta principalmente a qualidade de ensino, dificultando assim o convívio entre professores e aluno. Há cinco anos, a metodologia e a didática de ensino eram totalmente diferentes. Por isso, os professores precisam se atualizar”, defende Pacheco.

Educação básica

Apesar do investimento em educação ter aumentado, ele não foi revertido na melhoria do desempenho dos alunos no ensino básico. A maior parte dos recursos foi destinada para o ensino superior. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), de 2014 para 2016, o investimento em educação básica caiu de R$ 54,5 bilhões para R$ 52,2 bilhões, enquanto no ensino superior aumentou de R$ 57,9 bilhões para R$ 75,3 bilhões.

Diante disso, a atual gestão do Ministério da Educação (MEC) buscou o equilíbrio entre os investimentos para reverter a tendência de queda na educação básica: de 2016 para 2017 houve um aumento do investimento na educação básica – atingindo R$ 56,3 bilhões em 2017.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

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