Essa é para os pais

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Definitivamente a fase mais traumática para os jovens na escolha de suas carreiras já passou. A maioria deles já se decidiu sobre qual profissão vai seguir – ou pelo menos escolheu uma como primeira tentativa. Mesmo assim, há ainda algumas famílias que não chegaram a uma acordo sobre isso. Em alguns casos o vestibular passa, mas a pressão sobre o jovem só tende a aumentar.

Infelizmente alguns pais não estão preparados para lidar com o crescimento dos seus filhos. Não é raro que eles se concentram tanto na vontade de orientar seus filhos e acabem sendo vistos pelos jovens como tiranos ou cabeças-duras, entre outras coisas. Para tentar melhorar o relacionamento familiar nesses casos, eis algumas dicas:

– Acolha as dúvidas e as incer­tezas do seu filho e, com base ne­las, tracem juntos estratégias para chegar à melhor decisão

– Perceba se você está se colocan­do numa posição autoritária, sem conseguir ouvir as razões de seu fi­lho. Isso não favorece o diálogo.

– Fuja de comparações do tipo “o filho de fulano vai fazer veteri­nária e o meu não sabe ainda oue quer” ou “você tem de esco­lher uma carreira que dê dinhei­ro, como seu primo” ou então “o irmão é tão estudioso enquanto esse é preguiçoso” etc.

-Não indique uma carreira só porque está em alta no mercado. Isso pode representar pouco daqui a cinco anos. O mercado deve ser apenas um dos pilares da escolha. Jamais o único.

– Abandone pensamentos como “meu filho vai fazer o que não fiz” ou “vai ter o que não tive”. Eles tiram qualquer margem de escolha

– Abra canais para seu filho conversar com profissionais da área, incentive visitas a faculdades, clínicas, indústrias e o que for necessário para ajudá-lo a avaliar o conjunto de situações que envolvem uma profissão.

 

Fonte: Guia Abril do Estudante

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