Campanha: projeto pede doação de kimonos para 200 crianças judocas

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As doações podem ser feitas até o dia 23/12 (Foto: Sargento Élsio)

O projeto “A escola vai ao Batalhão de Choque” está realizando uma campanha de arrecadação de Kimonos,  até o dia 23 deste mês. A iniciativa tem o objetivo de arrecadar 200 kimonos (vestimenta para a prática de Judô) para os alunos que estão no cadastro reserva do projeto e ainda não tiveram a oportunidade de iniciar as atividades.

Segundo o responsável pelo projeto, Sargento Élvio, 55 trajes já foram arrecadados, mas a esperança de arrecadar todos os 200 kimonos permanece. “Com a doação dos kimonos, a criança vai poder aprender, brincar e o mais importante, a atividade do judô vai mudar a vida dessa criança”, declara. “O nosso objetivo é poder prevenir a criminalidade na adolescência e o nosso projeto tem isso como missão”, completa.

Atualmente o projeto não governamental e sem fins lucrativos conta com 180 alunos, porém, devido à pandemia, as turmas estão com quantidade reduzida e os 200 alunos que estão no cadastro reserva que receberão os kimonos, participarão do projeto a partir do próximo ano.

Como doar

A campanha é realizada até o dia 23 de dezembro e a entrega dos kimonos juntos com cestas alimentícias será feita no Natal.

A doação pode ser feita com dinheiro, a quantia solicitada é de R$ 130 reais e pode ser depositada diretamente na loja que fabricará os trajes, a Indústria Shiai: Banco: Caixa Econômica Federal, agência: 3836, jurídica: 003, C/C: 203-6, CNPJ: 19.567.401/0001-56. Os comprovantes de transferência devem ser enviados para o Sargento Élsio.

Para mais informações, os números de telefone (79) 99886-0607 (Sargento Élsio)/ (79) 99978-1837 (Indústria Shiai) estão disponíveis.

A escola vai ao Batalhão de Choque

O projeto sócio-educacional “A escola vai ao Batalhão de Choque” existe há 9 anos e conta com a parceria do SESI, PMSE e a COOPANEST/SE. Cerca de duas mil e cem famílias humildes já foram atendidas com o ensino de judô, luta olímpica, reforço escolar e na distribuição semanal de cestas alimentícias. 

Por Isabella Vieira

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