Franklin na bronca com a sua ex-equipe

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O lateral-direito do Confiança, Franklin, disse que já não agüenta mais tanta demora em ser regularizado e estrear no Campeonato Estadual, amanhã, à tarde, contra o Dorense, no Estádio Sabino Ribeiro Segundo o atleta, os dirigentes da ex-equipe, Heliopolis, do Rio de Janeiro, ainda não enviaram o termo de empréstimo ao “Dragão” e por este motivo até agora não pode dar entrada no contrato junto a Federação Sergipana de Futebol. “Toda semana é a mesma coisa e o problema não é resolvido.” Esses Caras pensam que eu sou palhaço. Agora me resta aguardar para ver se chega a liberação”, disse Franklin, acrescentando que o Heliopolis do Rio de Janeiro ficou de enviar toda a documentação até amanhã pela manhã. O técnico Jorge Replay comandou o coletivo apronto, na tarde de ontem, no Estádio Sabino Ribeiro, em que os titulares derrotaram os reservas por 3 a 1, gols de Dagil, Franklin e Jéferson Carioca, enquanto que Bruno descontou para os suplentes. O time atuou com: Fábio, Franklin, Junior Itabaiana, Felipe, Jorge Luiz e Ramon; Gil, Hofman e Silvestre (Bruno); Dagil e Jéferson Carioca. Se a documentação de Franklin não chegar a tempo, Jaedson será o titular da ala direita, uma vez que Nei foi expulso contra o Guarany e terá que cumprir suspensão. Já no meio-campo Bruno, que retornou após de se recuperar de uma contusão na coxa direita, disputa uma vaga com Silvestre e Rivelino. Na demais posições, Replay mantém o mesmo grupo que perdeu para o Guarany por 1 a 0. Hoje pela manhã, acontecerá um treino técnico e recreativo. À tarde folga e em seguida concentração para enfrentar o Dorense. Replay disse que a única duvida é quem será o companheiro de Hofman e Gil no meio-de-campo, mas só definirá o time momentos antes da partida. ‘ Nós vamos ver se entra Bruno, Sivestre ou Rivelino”, disse o treinador que até jogo avaliará quem será o titular. Replay assegurou que a equipe está tranqüila e a derrota para o Guarany foi atípica e em condições irreais para a pratica de futebol e não refletiu nada em termos de atuação. “Se eu perder um jogo no Batistão ou no Sabino Ribeiro é uma coisa, pois estou sendo derrotado através de uma partida de futebol. Agora num campo, aonde a bola não rola não posso contabilizar como uma derrota e sim uma loteria”, disse o treinador, acrescentando que quem empurrasse uma bola para gol sairia vencedor e não deu outra.

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