São Paulo sofre com leilão de reforços

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A concorrência de equipes rivais e os leilões feitos por empresários de jogadores, durante a atual fase de entressafra do futebol brasileiro, têm sido as duas maiores dificuldades do São Paulo para conseguir concluir as negociações para reforçar o seu elenco.

Dois nomes que praticamente eram dados como certos no Morumbi perderam força nos últimos dias devido a esses fatores. O principal caso é o do meia Tcheco, do Al-Ittihad, da Arábia Saudita. Depois de ter acertado os salários e o tempo de contrato com o São Paulo, o jogador já não está mais tão perto assim. Santos, Palmeiras, Cruzeiro e Atlético-PR estariam na briga. O time da Baixada, do seu amigo Ricardinho, seria o concorrente mais forte.

“O Tcheco já tinha combinado tudo com a gente, mas existem vários clubes interessados nele”, lamenta o vice-presidente de futebol do São Paulo, Juvenal Juvêncio.

Com o atacante Cláudio, do Grêmio, ocorre situação parecida. No início das negociações com o São Paulo, o jogador chegou a dizer que as chances de fechar com o clube paulista “eram de 80%”. Agora, segundo o seu empresário, a concorrência aumentou e as chances, conseqüentemente, devem ter diminuído.

“Recebi mais de dez consultas de times da Série A do Campeonato Brasileiro que querem contratar o Cláudio. O interesse nele é muito grande”, afirma Jorge Baidek, que está na Europa ouvindo mais propostas pelo atacante. A do Stuttgart, da Alemanha, seria a mais atrativa.

O São Paulo reconhece que a interferência de outros times dificulta as negociações, mas a diretoria confia no poder de sedução do clube.

“É claro que atrapalha, mas o São Paulo tem o diferencial que outros clubes não têm, como estrutura e por ser uma vitrine enorme”, completa o diretor de planejamento, João Paulo de Jesus Lopes. 

 

 

 

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