Batalha diz que João deixou MNSL totalmente pronta

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Secretário diz que unidade só foi inaugurada um ano depois de entregue (Foto: arquivo Portal Infonet)

O secretário de comunicação da Prefeitura de Aracaju, Carlos Batalha, através de nota enviada ao Portal Infonet, detalhou informações sobre a construção e inauguração da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes e suas instalações. As informações foram dadas em virtude de críticas feitas pelo deputado federal Rogério Carvalho ao destacar que João Alves Filho, ao fim de sua gestão no governo do Estado, deixou obras inacabadas.

Confira a nota na íntegra:

“A título de esclarecimento, quando a administração do ex-governador João Alves Filho foi concluída em 2006, a Maternidade Nossa Senhora de Lourdes foi entregue totalmente pronta. O prédio estava acabado. Todas as instalações elétricas e hidráulicas testadas e aprovadas, o mesmo acontecendo com os equipamentos necessários para o funcionamento da mesma como comprova documentário de vídeo feito à época, e entregue à imprensa e ao Ministério Público, não sendo verdadeiras, portanto, as declarações do deputado Rogério Carvalho a respeito do assunto.

A Maternidade Nossa Senhora de Lourdes foi inaugurada em 28 de dezembro de 2006, com perfil de alta complexidade, para atendimento a 17 especialidades médicas, absorvendo cerca de 1.500 funcionários entre enfermeiros, médicos, técnicos, auxiliares e pessoal administrativo. Construída em cinco blocos, totalizando uma área de 7.419 metros quadrados de área pavimentada, a maternidade quando da sua inauguração contou com a presença do governador eleito Marcelo Déda que ao constatar a magnitude e a conclusão da obra, garantiu de público a João Alves que tão logo empossado, o que ocorreria três dias depois,  em quinze dias, a mesma estaria em pleno funcionamento, fato ocorrido na presença do próprio Rogério Carvalho.

De forma inexplicável a promessa não ocorreu, tendo como principal responsável, o então secretário Rogério, que somente tomou a decisão de colocá-la em funcionamento em 03 de dezembro de 2007, portanto, um ano depois e mesmo assim, obrigado que foi pelo Ministério Público.

Quanto ao Hospital Pediátrico, o mesmo foi entregue com as suas dependências físicas totalmente prontas, com os recursos em caixa para compra dos equipamentos, e também de forma inexplicável, o então secretário não o colocou para funcionar, preferindo praticamente derrubá-lo a base de marretadas e picaretas".

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