Galindo, ex-prefeito de Canindé, se apresenta à Polícia Federal

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Ex-prefeito chegou à sede da PF às 10h (Foto: Arquivo Portal Infonet)

O ex-prefeito de Canindé do São Francisco, Genivaldo Galindo da Silva, se apresentou à Polícia Federal na manhã desta quinta-feira, 27, para cumprimento de pena [seis anos e oito meses de prisão em regime fechado], sentença condenatória mantida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo roubo das urnas eleitorais, crime ocorrido em 10 de março de 1997 para evitar a recontagem de votos das eleições ocorridas em 1996.

Além de Galindo, outros cinco acusados foram condenados pelos mesmos crimes. Dos seis mandados de prisão expedidos pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Tribunal Superior Eleitoral, quatro já foram cumpridos. Conforme informações da assessoria de comunicação social da Polícia Federal em Sergipe, já estão presos Genivaldo Galindo da Silva, Genilson Galindo Chaves [filho de Galindo], Carlos Roberto Damasceno e Álvaro Bento dos Santos.

Todos se apresentaram espontaneamente à sede da Polícia Federal em Aracaju e encaminhados para o Complexo Penitenciário Jacintho Filho, no bairro Santa Maria, em Aracaju, onde permanecerão à disposição da Justiça Eleitoral. Ainda faltam se apresentar, os sentenciados José Milton Galindo Ramos (sobrinho do ex-prefeito) e Marcos Fernandes Nunes, o Marcos Munganga.

Relembre o caso

Todos eles foram condenados por roubo e destruição das urnas, com penas que variam entre seis e oito anos de prisão em regime fechado e pagamento de multa, que chega ao montante de 200 dias multa. Com os recursos, o crime de destruição das urnas ficou prescritos e eles acabaram condenados apenas pelo roubo das urnas. A sentença condenatória tem origem na 28ª Zona Eleitoral, aplicada no dia 10 de agosto de 2007. Os réus recorreram, chegando a esta situação atual. Mas ainda há recursos pendentes que questionam o regime da pena.

 Por Cassia Santana

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