Irmãos de Marcelo Déda prestam última homenagem

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Cláudio Déda "Vou lembrar para sempre do meu irmão" (Foto: Portal Infonet)

Os irmãos Cláudio Déda e Maria do Carmo Déda, estiveram na manhã desta terça-feira,3, para acompanhar o velório do seu irmão Marcelo Déda. Emocionados, os irmãos declaram amor e lembraram da representatividade do governador para a família. O corpo de Marcelo Déda está sendo velado no Museu Olímpio Campos, Centro de Aracaju. O término da visitação está previsto para o meio dia, quando o corpo será encaminhado para Salvador, onde será cremado.

O Desembargador Cláudio Déda destacou a importância do trabalho que o irmão desenvolveu no estado e o amor do povo sergipano. Cláudio Déda garantiu que os filhos mais novos de seu irmão serão cuidados pela família. “É uma perda incomensurável para a família. Ele se dedicou muito a sua família dando bons exemplos. Apesar de ser mais velho que ele, quase 15 anos, ele discutia muito comigo a respeito de política nacional e mundial. Ele foi muito culto, gostava de ler bons livros e no início de sua carreira, eu o incentivei a deixar a política, porque a considerava muito ingrata, pensava eu. Meu avô sofreu muito e eu não queria que ele tivesse a mesma colocação de meu avô. Mas ele deixou muita coisa boa, realizou muitas obras estruturantes para o povo mais pobre de Sergipe”, reconhece.

O irmão do governador continua, “Marcelo para mim foi exemplo e vai ficar lembrado para o resto de minha vida. Ele é referência para toda a família. Garanto que esses dois filhos que ele não pode criar, a família vai dar o apoio integral para que esses meninos cresçam com amor e reconheça no pai o homem que ele foi”, diz emocionado.

Corpo de Marcelo Déda continua sendo velado no Museu Olípio Campos

Orgulho

Já a irmã do governador, Maria do Carmo Déda, destaca a importância de Déda para a família. “Além de estar alegre por esse reconhecimento, vejo que ele concluiu a obra dele que era o amor do povo e ele tinha certeza que o povo sergipano o amava. Tanto é que Deus deu a ele mais dias de reflexão porque ele pensava muito no povo. Ele quando vinha a Aracaju se enchia de energia”, conta.

Por Eliene Andrade

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