João não fala de apoios nem mesmo em sonhos

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João Alves Filho: "Nenhum porta-voz está autorizado a falar em meu nome" (Foto: Portal Infonet)

“Não falo isso nem em sonho”. Foi a resposta que o prefeito João Alves Filho (DEM), deu aos repórteres [ao final do anúncio do reajuste linear de 6,5% dos servidores públicos municipais nesta quinta-feira, 15], ao se referir à possibilidade de não apoiar nem o pré-candidato Jackson Barreto (PMDB) nem o senador Eduardo Amorim (PSC).

De acordo com o ele, seu livro de cabeceira é a Bíblia Sagrada. “Todos sabem que sou cristão e a Bíblia diz que cada dia com a sua agonia. O que tenho de porta vozes por aí, dizendo que vou fazer isso, vou fazer aquilo. Hoje mesmo apareceu um na sala de Marlene [a secretária de Governo], dizendo que o acordo já estava fechado, chegou até a dar detalhes. Eu fico impressionado com a criatividade dessas pessoas”, afirma.

João Alves Filho deixou claro que, quem fala sobre o comportamento dele é o próprio. “O porta-voz que se apresenta em meu nome não está autorizado. Quem fala sobre meu comportamento pessoal e o meu posicionamento sou eu”, alerta acrescentando estar tratando com o governador Jackson Barreto, apenas de assuntos administrativos.

Ao ser indagado por um radialista sobre a exoneração do então secretário de Saúde do seu Governo, o atual senador Eduardo Amorim, o prefeito de Aracaju foi enfático: “Ele saiu por questões de ordem administrativa. Isso é natural, até porque o funcionário que entra em uma empresa privada ou pública, não está obrigado a ficar a vida toda no cargo”, entende.

Por Aldaci de Souza

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