Prefeitos sergipanos participam de marcha em Brasília

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Evento prossegue até o próximo dia 11 (Foto: Divulgação T. Dantas Comunicação) 

A maioria dos prefeitos sergipanos está participando da XVI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios que iniciou na manhã desta terça-feira, 9 prosseguindo até o dia 11 de julho. A presidente da República Dilma Rousseff não participou da solenidade de abertura, mas confirmou presença na reunião desta quarta-feira, 10.

Gestores de todo o país reivindicam entre outras pautas, uma solução quanto ao custeio com a folha de pagamento dos servidores da Sáude e da Educação.

Na reunião desta terça-feira, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha informou à Agência Brasil,que a presidente da República “está sensível às dificuldades de custeio e manutenção das prefeituras”.

Segundo o prefeito de Monte Alegre e presidente da Federação dos Municípios do Estado de Sergipe (Fames), Antônio Rodrigues, o Tonhão, esse é um momento importante para todos os municípios brasileiros.

“É a hora de pontuar as dificuldades que as prefeituras vêm passando na questão da queda do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), a crise na Saúde, na Educação, além da situação da seca em que vive o nordeste. Ser gestor, ultimamente, tem sido uma tarefa muito difícil. Temos gastos muito maiores do que o Governo nos oferece como limite. Ou seja, gasta mais do que se pode e, para piorar, não se consegue atingir o serviço ideal por causa da grande demanda”, entende.

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti afirmou que "Sergipe tem ao longo desses anos uma relação de compartilhamento com as responsabilidades e avanços. Nós não temos algo a dizer agora sobre os bons resultados que a Marcha poderá trazer, mas acredito que toda Marcha teve avanço. Em momento algum teve retrocesso. Isso é importante, porque a gente construiu uma relação positiva, de verdadeira evolução. Outra questão que quero ressaltar é que algumas coisas que serão anunciadas têm caráter emergencial e outras permanentes. O ideal é que no emergencial a gente veja a possibilidade de talvez para o ano que vem um consenso. Isso será visto com a presidenta Dilma”.

Por Aldaci de Souza com infomrações da T. Dantas Comunicação e Marketing

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