Sindat apresentará proposta aos candidatos a governador

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Tão logo a campanha comece, oficialmente, os dirigentes do Sindicato dos Auditores Tributários do Estado de Sergipe (Sindat) pretendem apresentar aos candidatos a governador uma proposta e modelo de gestão da Fazenda Pública, que atendam aos ditames constitucionais e observem as exigências da atual conjuntura. Os auditores também reivindicam a reativação da mesa setorial de negociação permanente com os servidores das mais diversas categorias e defendem que o governador Marcelo Déda (PT), torne lei, a antecipação do reajuste salarial dos servidores para o mês de janeiro.

No entendimento dos diretores da entidade, a concepção da mesa de negociação é democrática e funcional, “pois nela os Sindicatos e Associações debatam propostas que favorecem os trabalhadores dos mais diversos segmentos, permitindo o diálogo e o entendimento com c classe trabalhadora”, destacou o auditor Marcos Corrêa Lima. Ele avalia que os serviços públicos devam ser cada vez mais profissionalizados e estruturados para garantir a implementação das políticas estruturantes e de desenvolvimento para a população de todo o Estado.

Para Corrêa Lima, inegavelmente, no último quadriênio, o poder aquisitivo do servidor público foi preservado com o reajuste de 5,26% anunciado pelo governador na última segunda-feira (24). “O Sindat reivindicava um reajuste de 6% em maio e mais 1,5% em setembro e 1,5% em dezembro que seria concedido até 5 de abril, por causa da Legislação Eleitoral, mas como o índice foi anunciado posterior a essa data, o governador ficou impedido de conceder um percentual que excedesse as perdas do período”, reconheceu Marcos Lima. Ele ressaltou, no entanto, que ainda existem disfunções a serem corrigidas.

Corrêa Lima adiantou que, neste momento, os dirigentes do Sindat terão o máximo de cuidado para não politizar o debate e nem interferir no processo eleitoral que se aproxima. “Temos o dever constitucional de continuar trabalhando para garantir uma boa arrecadação do Estado, como preceitua o artigo 37, inciso XII da Constituição. “O fisco compõe a base de sustentação do Estado moderno. Somos a mão que alimenta este mesmo Estado, arrecadando o dinheiro público para nutrir os três Poderes para que eles encetem as políticas públicas necessárias.

Fonte: Ascom Sindat

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