Paciente com malária continua internado no Huse

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Paciente recebe atendimento no Huse (Foto: Arquivo Portal Infonet)

O paciente que chegou em Sergipe com malária deve receber alta médica nesta sexta-feira, 24. Ele permanece em observação no Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) e o estado de saúde dele é tranquilizador, segundo análise da gerente do Núcleo de Endemias da Secretaria de Estado da Saúde, Sidney Sá. Conforme a gerente, o paciente é caminhoneiro e chegou em Sergipe, no município de Umbaúba, há cerca de 15 dias procedente da região Norte do Brasil.

Conforme Sidney Sá, o caminhoneiro já chegou no Estado com os sintomas da doença e buscou atendimento em uma unidade de saúde. Ele chegou a receber alta médica, mas depois retornou com os mesmos sintomas e acabou sendo encaminhado para o Huse, onde permanece recebendo atendimento médico.

Este é o segundo caso da doença registrado em Sergipe em 2018. De acordo com a gerente Sidney Sá, do Núcleo de Endemias, o primeiro caso foi registrado no início deste ano e, da mesma forma, importado de outras localidades. Nesse primeiro caso, o paciente, profissional da construção civil, também chegou já doente, vindo da África. Da mesma forma, houve o registro, com atendimento médico e o paciente já está curado.

Os dois casos não significam riscos, na ótica de Sidney Sá. Mas a população deve ficar atenta aos sintomas, basicamente quadro febril forte que ocorre frequentemente no final do dia. Observando o sintoma, conforme adverte Sidney Sá, o paciente deve imediatamente buscar atendimento em uma unidade de saúde.

A Secretaria de Estado da Saúde já encaminhou orientações ao município de Umbaúba, onde o último paciente detectado com a doença reside e as providências já estão sendo adotadas para realizar levantamento entomológico na região com o objetivo de identificar se o vetor transmissor da febre amarela, o anópheles, conhecido como mosquito-prego está presente em Sergipe. Detectando a presença, o mosquito deverá ser combatido com uso de produto químico, conforme Sidney Sá.

Por Cassia Santana

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