Sintasa aguarda solução para servidores que perderam gratificações

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Presidente do Sintasa, Augusto Couto, diz que pautas dos trabalhadores são antigas. (Foto: Portal Infonet)

O Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa) realizou uma assembleia online com os servidores da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS), nesta sexta-feira, 23, através da plataforma Zoom. Na ocasião, o presidente do sindicato, Augusto Couto, informou que haverá uma reunião com a superintendente-executiva da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Adriana Menezes, nesta terça-feira, 27, em que espera receber uma proposta concreta para que não sejam prejudicados o pessoal do setor administrativo que não foi contemplado com o Projeto de Lei das Gratificações, aprovado nesta semana na Assembleia Legislativa de Sergipe.

Foi deliberada outra assembleia online com a categoria na próxima quinta-feira, 29, com primeira chamada às 7h30 e segunda chamada às 8h, para repassar o resultado da reunião com a gestora da SES e saber qual será a atitude que os trabalhadores vão querer que o Sintasa tome.

“É bom deixar claro mais uma vez que o sindicato não teve tempo hábil para analisar a PL que foi votada na quinta e apresentada aos sindicatos na segunda. O que não podemos é deixar que nenhum servidor seja prejudicado, como é o caso do setor administrativo”, explica Augusto Couto.

Outra questão significativa é que no antigo decreto, os servidores da Maternidade Nossa Senhora de Lourdes recebiam pela criticidade de nível 3, que é o nível máximo. Contudo, agora nesta PL passaram a ser enquadrados no nível 2, diminuindo assim o valor a ser recebido.

“Vamos debater este ponto também com a gestão na próxima terça-feira. São pais e mães que recebiam um determinado valor há mais de 10 anos e se diminuir fará falta para o sustento da família”, completa o líder sindical, lembrando que os servidores estão há oito anos sem reajuste salarial.

SES

Na última quinta-feira, 23, a SES explicou que 285 servidores administrativos não foram inseridos no Projeto de Lei porque eles não se aplicam ao grupo de criticidade. A SES disse também que está trabalhando uma forma de contemplar todos.

Com informações do Sintasa

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