
Três bairros de Aracaju permanecem em situação de alto risco para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, segundo o quarto Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2026, divulgado pela Prefeitura na última quinta-feira, 23. Apesar da redução do índice geral de infestação da cidade, que passou de 1,9% para 1,5%, os bairros Dom Luciano, Luzia e Suíssa seguem com índices considerados elevados para surtos de dengue, zika e chikungunya.
Realizado entre os dias 2 e 10 de julho, o levantamento apontou que o índice geral de infestação em Aracaju caiu 0,4 ponto percentual em relação ao estudo anterior, realizado em maio. Com o resultado de 1,5%, a capital permanece classificada em médio risco para a ocorrência das arboviroses.
Os bairros com maior índice de infestação são Dom Luciano (5,9%), Luzia (4,8%) e Suíssa (4,4%). O levantamento também mostrou melhora em localidades que apresentavam cenário crítico anteriormente, como Cidade Nova, que reduziu o índice de 6,5% para 2,6%; Cirurgia, de 9,4% para 2,0%; Grageru, de 4,0% para 3,4%; e Santo Antônio, que passou de 4,5% para índice zero.
Dos 48 bairros avaliados, 18 foram classificados como de baixo risco, 27 de médio risco e três de alto risco. O LIRAa também identificou que a maior parte dos focos do Aedes aegypti continua dentro das residências, principalmente em recipientes de armazenamento de água e objetos que acumulam água.
A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) reforça que a eliminação de recipientes que acumulam água continua sendo a principal medida para prevenir a proliferação do mosquito. A orientação é manter caixas d’água tampadas, limpar calhas e ralos periodicamente, eliminar recipientes que possam acumular água e permitir a entrada dos agentes de combate às endemias durante as visitas domiciliares.
Com informações da Prefeitura de Aracaju

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