Vigilância fiscaliza clínicas e notifica cinco estabelecimentos

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Nos dias 26, 29 e 30 de junho foram realizadas reinspeções sanitárias em clínicas nos bairros Siqueira Campos, Centro, Cirurgia e São José (Foto: Revisa)

Atendendo à solicitação do Ministério Público Estadual, a Prefeitura de Aracaju, por intermédio da Rede de Vigilância Sanitária e Ambiental da Secretaria Municipal da Saúde (Revisa/SMS), fiscalizou 30 clínicas médicas da capital. Durante a ação, as equipes da Revisa verificaram o cumprimento das medidas de distanciamento social e dos decretos emergenciais que estabeleceram medias para o enfrentamento à covid-19.

Nos dias 26, 29 e 30 de junho foram realizadas reinspeções sanitárias em clínicas nos bairros Siqueira Campos, Centro, Cirurgia e São José, a fim de verificar se as medidas necessárias estavam sendo executadas, visto que em inspeções anteriores as devidas orientações já haviam sido dadas.

Dos estabelecimentos vistoriados, cinco clínicas médicas foram notificadas por descumprirem as medidas de distanciamento social, ocasionando aglomeração de pessoas. “Demos o prazo para as readequações, e sendo reincidente, a Vigilância suspende as atividades do estabelecimento, podendo gerar multa ou até suspensão da licença sanitária”, explica a coordenadora da Vigilância Sanitária e Ambiental da SMS, Denilda Caldas.

Ainda de acordo com a coordenadora, os demais estabelecimentos de saúde, no momento da inspeção, estavam adotando as medidas necessárias, respeitando o distanciamento entre os usuários em atendimento, marcação de cadeiras e piso, controle no acesso e consultas por agendamento. Além do uso obrigatório de máscaras dos funcionários e clientes, e a dispensação de álcool em gel no estabelecimento.

“Nas clínicas onde verificamos as inadequações faremos um monitoramento mais intensivo, e caso persistam nas irregularidades, aplicaremos as medidas sanitárias cabíveis. Mas vale destacar que o trabalho da Revisa continuará sendo feito em todos os estabelecimentos de saúde e onde houver necessidade de fiscalização sanitária, na intenção de minimizar os riscos para a população que busca por esses serviços”, reforçou Denilda Caldas.

Fonte: AAN 

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