Adema e a “era” Almeida: máquina de multas

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       “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

Ao conversar com alguns técnicos da Adema nos últimos dias, inclusive recebendo e-mails com mais informações o blog chegou a uma conclusão.

A Adema  na "era" Almeida Lima se transformou numa máquina de multas.

As empresas estão sendo multadas por qualquer "bobagem". O absurdo maior  é quando uma empresa busca se licenciar, já

estando em funcionamento, está sendo multada.

O resultado disso tem sido uma queda significativa no número de pedidos de licença.

O setor de protocolos da Adema fica praticamente vazio todos os dias. Isso porquê os empresários estão preferindo se arriscar a serem fiscalizados (e serem multados), a buscar espontaneamente a Adema (e serem multados), muitas vezes desistindo de buscar investimentos junto aos bancos pelo receio de buscar o licenciamento.

Enfim, o presidente atual da Adema está tirando dos empreendedores o direito de buscar se regularizar, que se nunca o fez, muitas vezes foi por serem pequenos empresários, pessoas simples, leigas, que agora estão acuadas. Isso prejudica certamente o desenvolvimento econômico do estado. Sem licença as empresas não podem buscar financiamentos junto aos bancos e esse é um fator extremamente preocupante na situação de crise que o país se encontra.

A máquina de multas que a Adema se tornou em 2016 é uma realidade. Se o governador quiser basta pedir para que façam um levantamento. E mais autos de infrações de 5, 6 anos atrás   estão sendo retomados e executadas as multas agora. E não são multas leves, pode ter certeza.

Antes, se a empresa sanasse a infração ambiental, arquivava-se o processo. E hoje o atual presidente resolveu que pode multar esses casos também.

Que política pública é essa que o presidente Almeida Lima está promovendo? Fechar as pequenas   empresas? Aumentar o desemprego?

A Adema  é sim um órgão de proteção do meio ambiente, além de ser uma instituição pública, de atendimento ao cidadão contribuinte, não uma máquina de fazer dinheiro.

Na “era” Almeida a Adema virou uma empresa privada arrecadadora e não de Regulação Ambiental.

Em Laranjeiras, Jackson elogia prefeito e alfineta João Alves
No sábado, 11, em Laranjeiras, o governador Jackson Barreto participou da inauguração de uma obra da Prefeitura: o Ponto de Encontro Comunitário Eder Ribeiro Leite. Em seu discurso, Jackson deu os parabéns ao prefeito Juca de Bala, afirmando que em Aracaju não há nenhuma obra desse porte realizada pelo prefeito João Alves.

Comparação
"O povo de Laranjeiras está de parabéns. Este espaço é moderno e muito bonito. Ano passado estive na inauguração de um outro complexo de esporte no povoado Pedra Branca. E eu digo que a capital não tem uma obra que um povoado de Laranjeiras tem", comparou. "Quem tiver duvidando é só andar em Aracaju. Não tem uma obra lá que você compare com as daqui de Laranjeiras", completou.

Aval para PMDB apoiar padre Inaldo
Na última sexta-feira, 10, ao conceder entrevista ao programa de George Magalhães, na 103 FM, o governador Jackson Barreto confirmou que a decisão do PMDB em acompanhar o padre Inaldo em Socorro, indicando Betinho como vice, teve o aval dele. Ele reconheceu o trabalho de Fábio Henrique, mas disse que padre Inaldo também tem serviços prestados.

Caminho aberto para o PDT em Aracaju
E pelo jeito, como Fábio Henrique já declarou, o PDT pode não seguir o mesmo caminho do PMDB em Aracaju. Aliás, o PDT tem forte simpatia pela candidatura de Valadares Filho e há muito tempo a porta está aberta. .

Chupeta
Ainda no programa de George Magalhães, questionado sobre as  criticas do senador Amorim, afirmando que a saúde está falida, Jackson disse que ele ainda não aceitou a derrota em 2014, está com inveja e que estava precisando de uma chupeta.

Resposta Amorim
Pelas redes sociais o senador Amorim publicou uma nota que até aceitaria recebe-la se ela fosse acalentar a dor e o choro dos sergipanos. Ele enumerou uma série de problemas na saúde e concluiu: Chupeta de Jackson Barreto não acalenta choro do sergipano.

Parceria que pode render bons frutos
E no fim de semana, pelas redes sociais, o responsável pela empresa de marketing digital “Tudo Salvo”, Walter Costa postou nas

Walter e Marcelo: parceria que pode render bons frutos

redes sociais foto com o jornalista Marcelo Carvalho comemorando uma nova parceria que pode render bons frutos, por conta da experiência profissional dos dois. O blog deseja sorte na nova empreitada.

PELO TWITTER

www.twitter.com/LeonardoBoff  Minha questão básica não é Lula, Dilma nem Temer. É como salvar o pouco de democracia que temos. Os do privilegio/da Casa Grande não a querem.

www.twitter.com/olivaluiz  Desde o anúncio da prisão do japonês da federal fica cada vez mais patente q este golpe é mais que uma piada.É uma fábrica da piada pronta.

www.twitter.com/sargentoedgard  A situação está tão feia, que até pagar salários em dia é motivo de comemoração e de propaganda.

www.twitter.com/chicoandradef  O pessoal paneleiro sabe, mas não confessa por vergonha:A emenda é muito pior do que o soneto.

www.twitter.com/oMarioSousa  Enquanto alguns resmungam por ter que ir trabalhar, eu prefiro agradecer.

ARTIGOS ERRATA DO BLOG – No último sábado o blog publicou dois artigos, porém por descuido deste jornalista os nomes dos autores foram trocados. Por isso, para corrigir o erro republica hoje.

ARTIGO

Os terminais horrendos que o doutor João esqueceu por Joseilton Nery Rocha

Sem dívidas a SMTT faz um bom trabalho de comunicação, divulgando as atividades e eventos relacionados àquela Superintendência. Nos últimos dias, noticia e publica imagens da recuperação das vias internas e da sinalização dos terminais de integração do transporte coletivo da nossa região metropolitana.

Porém, queria ver também a recuperação das áreas de embarque e desembarque de usuários do transporte coletivo, pisos, tetos, sanitários, iluminação, quiosques, assentos, placas indicativas de destinos e itinerários etc, etc, etc.

Quem é passageiro do transporte coletivo gerenciado pela SMTT, quem é concessionário dos quiosques, quem é ambulante nesses terminais de integração, entende muito bem o que estou escrevendo. São quase 4 anos de terminais sujos, escuros, cheio de gambiarras, tetos com goteiras, sem sinalização e desorganizados. Puxadinhos de quiosques pra lá e pra cá, ambulantes tomam os lugares dos usuários, pisos esburacados, passageiros desavisados e atordoados sem saber o local de embarque e o itinerário das linhas etc, etc, etc.

E aqui uma ressalva: tive o prazer de conhecer o senhor Nelson Felipe, o superintendente da SMTT; Um cara afável, que dialoga, receptivo às críticas, esforçado, mas que ao longo desse tempo não recebeu do "prefeito" João Alves (DEM) a merecida atenção, o compromisso e a vontade política de priorizar o transporte da nossa Aracaju. Todos sabemos quem manda na cidade são os empresários do transporte, além dos poderosíssimos donos de construtoras. Ah, se a Lava Jato chegasse aqui também!

A maioria dos aracajuanos, em 2012, votou no Doutor João, para resolver os problemas da cidade. Então, a grande culpa e a responsabilização pela tragédia do transporte coletivo, incluindo os imundos terminais, cabe ao "prefeito" de Aracaju, que não envidou esforços, nem garantiu os recursos orçamentários necessários, para cumprir o mínimo de suas promessas eleitorais.

Graças a Deus, outubro está chegando e os aracajuanos haverão de escolher outro modelo de gestão para a nossa bela cidade..

ARTIGO

Complexo, ou labirinto viário das palmeiras?  Por Clarkson Moura

Sabe-se, com todo o grau de certeza e toda a amplitude notória, que Aracaju padece de um defeito congênito de concepção urbanística: o quadrado "tabuleiro de xadrez" do pouco futurólogo Sebastião Pirro.

Mesmo assim, aqui, na nossa "Cápi", originalmente deficiente, as eleitoreiras intervenções urbanas, além de pontuais, precárias e paliativas, têm sido, para a atual Gestão Municipal, soluções pioneiras, revolucionárias, eficientes e radicais.

Tanto que o ponto de convergência de duas vias públicas – mercê do milagre da multiplicação, operado pelo competente setor técnico da SMTT, com a onerosa consultoria especializada do gloriabundo Escritório do decíduo urbanista paranaense Jaime Lerner, fora tão multifurcado em curtos e polidirecionais segmentos de vias, por sua vez, subdivididos em diversas faixas de trânsito, que fez por merecer, de seus criadores, a oportuna denominação de "Complexo Viário das Palmeiras". A menos que o termo complexo não esteja na acepção de "complicado", "confuso".

Salvo melhor juízo, a expressão "complexo viário" designa, na precisa terminologia técnico-urbanística, um conjunto de vias de comunicação  entrelaçadas e convergentes entre si por viadutos e pontes, que lhes garantem a continuidade do fluxo de veículos.

Por isso, para fácil compreensão dos usuários leigos na matéria, faz-se imperiosa a seguinte observação: por "Complexo Viário das Palmeiras" entenda-se "Labirinto Viário das Palmeiras".

Não bastasse o equívoco ou a mistificação destacada, minha irrequieta intuição quis saber o porquê do vocábulo "Palmeiras" na expressão que dá nome à referida obrinha de fachada.

E não é que, de pronto, matei a "charada"! Se não, vejamos:

Partindo das verdadeiras premissas de que o "verde", além de uma das cores do DEM (antigo PFL), é a cor-símbolo das campanhas do cacique e eterno candidato a cargos majoritários neste Sergipe d'El-Rey, cujo nome dispensa citação, e que a Palmeira é uma espécie da família vegetal "Arecaceae", muito utilizada no paisagismo urbano, cujo pigmento característico, a exemplo da maioria das espécies vegetais, é o verde presente na clorofila, cheguei à inevitável e lógica conclusão subsequente.

Ei-la: subentende-se que a locução "Complexo Viário das Palmeiras" se relaciona subliminarmente ao capcioso "marketing" político-eleitoral de tradicional liderança do vetusto cenário político sergipano.

Quem não se lembra das recorrentes "ondas verdes" que invadem as campanhas eleitorais e enverdecem obras públicas, a exemplo de edificações, equipamentos urbanos, logradouros públicos, etc?

Para remate deste modesto e apropriado escrito, aflora, de per si, a pergunta pertinente que não se consegue sufocar: "Que é das obras estruturais – ou, como se diz nesta Terra, estruturantes – da infraestrutura de mobilidade urbana, tão prometidas pelo Alcaide desta Capital, durante a última campanha em que se sagrou vencedor?

Como o Povo tem memória curta!

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Frase do Dia
“Quero morrer vendo uma porção de gente rindo em volta de mim.”
Amácio Mazzaropi, cineasta e comediante brasileiro, morreu em 13 de Junho de  1981 (n. 1912).

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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