Como criar o conteúdo ideal para landing pages

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Conteúdo para landing pages

Quem deseja se valer da internet para dar aquela incrementada nas vendas, muito provavelmente, já ouviu falar nas famosas – e muito úteis – landing pages. Como a própria tradução sugere, tratam-se das páginas através das quais o internauta “aterrissa” num determinado site. Ou seja: são a porta de entrada, a página por meio da qual alguém chega ao seu projeto web.

Imaginemos que estamos no Google, por exemplo, pesquisando por um determinado termo. Damos uma olhada nos diversos snippets – nome dado a cada um dos resultados da busca –, clicamos naquele que mais nos interessou e… Exatamente: somos direcionados para uma landing page, que pode ser tanto a página de um produto específico ou qualquer outra que você julgar interessante (e não, necessariamente, a homepage do site).

O mais aconselhável, inclusive, é criar uma página estrategicamente voltada ao produto ou serviço que se deseja divulgar, com foco absoluto em conversão. Na prática, será um local em que todas as principais informações deste produto/serviço estarão reunidas, evidenciando ao internauta as suas vantagens e os motivos pelos quais ele deveria comprá-lo. E neste exato momento!

Em outras edições da nossa coluna, já demos algumas dicas de como criar conteúdo relevante e otimizado para a web. Mas e quando vamos gerá-lo para uma landing page? O que fazer para potencializar os resultados? Abaixo, seguem cinco dicas práticas e super bacanas de como aumentar as chances de êxito, inspiradas nos ensinamentos de experts norte-americanos (que são feras no assunto). Bons negócios!

1) Valha-se de depoimentos
Ao invés de falar sobre si, deixe que o seu cliente o faça. Acredite: esta é uma das principais técnicas de conversão e isto por um motivo simples: quando um consumidor satisfeito opina sobre o seu produto ou serviço, ele relata a experiência positiva que o internauta também poderá ter, caso venha a utilizá-lo. A sensação de risco, então, é reduzida para quem ainda não conhece o seu trabalho e está decidindo se vale a pena contratá-lo ou não.

2) Apresente números
O que lhe soa mais atraente e persuasivo: “suas vendas vão decolar” ou “nos últimos 30 dias, nossos clientes aumentaram em 82% sua taxa de conversão”? Certamente, a segunda opção é bem mais crível, além de específica. Ao ver o seu produto ou serviço na web, dada a intangibilidade do meio, o cliente não pode tocá-lo ou testá-lo de imediato. Se os seus argumentos forem igualmente “pouco palpáveis”, então, fica mais difícil para o consumidor decidir com segurança. Porém, como diz o ditado, “contra fatos, não há argumentos”. E boas métricas e estatísticas podem ser justamente os seus.

3) Escreva um título campeão
Salvo em raríssimas exceções, o seu conteúdo NÃO será lido na íntegra. Isto porque, quando acessamos uma determinada página, tendemos a analisar apenas parte do material ali disposto. Avançamos na leitura somente caso ele nos desperte o devido interesse. Como o título é justamente um dos elementos que contam com maior índice de visualização, valha-se dele para captar a atenção do internauta e transmitir alguma informação verdadeiramente importante sobre aquilo que você está ofertando. Cause impacto! E lembre-se: disponibilizar este mesmo título de forma objetiva e num tamanho razoável também ajuda, assim como subtítulos, imagens e botões de call-to-action, que serão melhor explicados ao final do texto.

4) Enfatize os benefícios, e não o produto/serviço
Afinal, ao adquirir um determinado item, a intenção do internauta é aproveitar as vantagens que o mesmo oferece. Você não dedetiza a sua casa para matar baratas, mas sim para oferecer aos seus filhos a segurança de um ambiente saudável e limpo. Especialmente nos dias de hoje, em que os consumidores já buscam produtos e serviços conhecendo seus detalhes técnicos – mais uma entre as tantas vantagens que nos são possibilitadas pela internet –, focar nestas características só vai oferecer o óbvio, ao invés de agregar uma informação nova e com apelo muito mais eficiente.

5) Convide o internauta a executar uma ação
Esta é uma expressão que deve acompanhar, em tempo integral, qualquer gestor de Marketing Digital: call-to-action (CTA). São, literalmente, os “chamados à ação”. “Compre agora”, “solicite detalhes”, “adicione ao carrinho”… Enfim, convites diretos para que o leitor faça algo. As possibilidades são muitas e servem para ampliar (consideravelmente) as chances de conversão. Para mais dicas sobre call-to-action, acesse: http://creativebizz.com/7-dicas-supremas-de-call-action-para-saltar-nas-vendas.

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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