Da baixaria pré-eleitoral. Bom senso e prudência

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“O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter.” Cláudio Abramo.

O senador Valadares, PSB, anunciou na última sexta-feira, 19, pelas redes sociais que ingressou na delegacia de crimes virtuais com queixa-crime contra cargos comissionados da prefeitura de Aracaju que agrediram a honra dele. “Para atingir Valadares Filho começa a temporada de baixaria”, escreveu.

O blog foi informado e recebeu o nome de seis pessoas, dois delas são cargos comissionados da Prefeitura de Aracaju. As postagens e montagens foram feitas nas últimas semanas e divulgadas através de grupos de whatsApp. O blog recebeu todas elas, que realmente ofendem a honra do senador.

A campanha eleitoral deste ano em Aracaju promete uma disputa acirrada com quatro candidatos com chances de passar para o segundo turno. Porém, para conquistar o eleitor não é preciso baixaria. Pelo contrário, o eleitor aracajuano já manifestou por diversas vezes que não aceita agressões gratuitas durante a campanha eleitoral.

É preciso que todos os pré-candidatos orientem seus liderados já neste momento pré-eleitoral que a disputa não precisa de baixarias e muito menos atacando a honra de qualquer um. E os candidatos devem lembrar que os adversários de hoje, podem ser os aliados de amanhã.

O bom senso e a prudência são as maiores armas neste momento.

Missa de 7º Dia – Paulo Barreto de Menezes, hoje 22
Paulo Barreto de Menezes Filho, esposa, filhos noras, genro e netos, Jorge Bomfim Menezes, esposa e filhas, Cristina Menezes de Azevedo e esposo, Sérgio Costa Tavares, filho, genro, nora e netos, convidam para a Missa de Sétimo Dia em sufrágio da alma de seu pai, sogro, avô e bisavô Paulo Barreto de Menezes, a realizar-se hoje, 22, às 19hs, na Igreja do São José.

CajuCap: carros nem sempre são comprados. Sergipe perde impostos
O blog foi informado que a Secretaria de Estado da Fazenda e o Ministério Público Estadual receberam uma denúncia de que o CajuCap, cujo sorteios são realizados semanalmente em Sergipe anunciam os carros pela imprensa, mas nem sempre eles são comprados. Até os que passeiam pelas ruas nos guinchos, fazendo a propaganda são locados. E a pessoa vencedora tem a oferta em receber o dinheiro vivo, geralmente no percentual do valor real do veículo.

CajuCap: carros nem sempre são comprados. Sergipe perde impostos II
Carros tem que ser comprados semanalmente. Depois o vencedor vende No passado tinha um sorteio deste tipo que os carros eram realmente comprados. E o vencedor depois vendia o veículo, se não desejasse ficar. Sem comprar os carros semanalmente o governo estadual está deixando de receber impostos do ICMS dos veículos. E é uma propaganda enganosa, já que o carro aparece na mídia, mas o CajuCap não comprou de fato.

Auxilio-moradia: alguns membros do TCE querem retroativo
O jornalista Gilmar Carvalho divulgou na última sexta-feira, 19, que alguns membros do TCE, ou seja, conselheiros e procuradores querem a concessão do auxílio-moradia, que é R$ 4.377,73 mensal, e o acumulado retroativo de cerca de R$ 80 mil. “O TCE que é feito para fiscalizar”, lembrou Gilmar.

“É meu, o que é meu eu quero e pague logo”, foi o que disse o procurador Sérgio Monte Alegre, segundo Gilmar.
Gilmar Carvalho disse que não são todos os conselheiros que querem, mas na sessão da quinta-feira, 18, o procurador Sérgio Monte Alegre virou para o presidente Clóvis Barbosa e disse “É meu, o que é meu eu quero e pague logo”. Gilmar disse que houve a intervenção de um conselheiro, já que Clóvis Barbosa pediu para estudar.

OAB/SE e segmentos organizados tem que mobilizarem a sociedade
Só resta a mobilização da sociedade, com o apoio da OAB/SE e de outros segmentos organizados para tentar barrar esse auxilio-moradia retroativo no TCE/SE. Por mais que Clóvis Barbosa não queira, se ele for minoria não poderá fazer nada.

Atentado aos princípios da transparência e da razoabilidade
O blog entende que além de Imoral a retroatividade que alguns membros do TCE/SE estão pleiteando é um atentado aos princípios da transparência e da razoabilidade conforme a Constituição Federal. Por contrariar estes princípios da administração pública, configurará num ato de improbidade administrativa.

Barra: prefeito Ailton Martins define candidato a vice-prefeito
E o prefeito da Barra, Ailton Martins, que disputará à reeleição tornou oficial neste fim de semana o companheiro de chapa. Será o vereador Aysson Souza.

Posse Alessandro Vieira
O governador Jackson Barreto empossará hoje, 22, o novo Delegado Geral da Polícia Civil, o delegado Alessandro Vieira, em solenidade que acontecerá na Academia de Polícia Civil (Acadepol), às 8h. Alessandro substituirá o delegado Éverton Santos. Ele estava comandando o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa.

40 Anos da Operação Cajueiro em SE. Sequestros, prisões e torturas
Em 20 de fevereiro de 1976, vários sergipanos militantes políticos do PCB e outros partidos e até mesmo simpatizantes, foram sequestrados, presos e torturados na nefasta Operação Cajueiro. Foi o episódio mais brutal do regime da ditadura militar em Sergipe.  Um episódio que não pode ser esquecido e está sendo relembrado agora nos depoimentos da Comissão da Verdade de Sergipe.

Entrevista 
Na sexta-feira (19), o advogado Wellington Mangueira concedeu emocionada entrevista a jornalista Valquíria Miron, na TV Cidade, relatando momentos de dor e angústia quando foi preso na Operação Cajueiro.   “É preciso que essa barbárie seja sempre lembrada. Fico perplexo ao ver alguns jovens pedirem a volta do regime militar. Isso é injustificável. Eles não sabem o que foi esse período e não estudam sobre ele. É preciso que as universidades debatam mais esse tema e que a imprensa também faça o mesmo, assim como está fazendo a TV Cidade na tarde de hoje”, disse Mangueira.

Indignação e lágrimas
Rogério Carvalho, presidente estadual do PT em Sergipe, assistiu à entrevista com alguns assessores e em diversos momentos não conteve sua indignação e lágrimas pelo relato de dor passado por Wellington Mangueira. “Minha geração deve gratidão e respeito ao Dr. Wellington Mangueira e a todos presos e torturados nesta vergonha, nesta brutalidade institucional que foi a Operação Cajueiro. Muitos heróis anônimos morreram sem história, sem memória, sem o adeus de suas famílias. Minha geração hoje tem liberdade, tem direito ao voto, tem direito de se expressar sem a vigilância e força do Estado, graças à coragem desses bravos brasileiros e brasileiras, que não se intimidaram e enfrentaram o regime autoritário, colocando suas vidas em favor das nossas. Minha geração deve gratidão e respeito a todos heróis dessa época, não devemos esquecer, jamais”.

Formatura ILBJ
O Instituto Luciano Barreto Júnior (ILBJ), responsabilidade social da Construtora Celi, vai realizar mais uma formatura. Mil alunos da turma de 2015 do projeto “Conectando com a vida” irão participar da solenidade que acontecerá na próxima sexta-feira, dia 26 de fevereiro, às 19h, no Espaço Emes, na Avenida Tancredo Neves.

Homenagem
No evento, o “Mundo da Justiça” será homenageado na pessoa de Luiz Fux, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que dará nome à turma. “Estamos muito felizes em poder contribuir para a formação de adolescentes e jovens mais éticos e cidadãos, conscientes dos papéis deles na sociedade”, destaca Maria Celi Barreto, presidente do Instituto.

PELO TWITTER

www.twitter.com/jrobertotgomes  Desculpem minha exagerada pressa,mas tenho um encontro com a felicidade e ela não pode ficar esperando para depois…

www.twitter.com/marcusfam  As vezes não adianta as pessoas nos avisarem, a gente só aprende quando quebra a cara.

www.twitter.com/flavaofraga  A verdade que fere e incomoda, previne e regenera. Já a mentira que agrada aos olhos e massageia o ego, converte-se em decepção irreversível.

www.twitter.com/OtavioSales  Tá tranquilo!!!! Tá favorável!!!!

www.twitter.com/sargentoedgard  Não consigo contar as vezes q atendi ocorrência de briga de trânsito por uma simples fechada / toque no retrovisor.Imagine esse povo armado?

DO LEITOR

Carros nas areias das praias continuam sem qualquer fiscalização
Do leitor e advogado Marlion Damasceno: “Pelo jeito, continua a falta de fiscalização nas areias das praias de Aracaju. Neste domingo, dia 21, me desloquei até uma das praias que ficam à margem da Rodovia José Sarney e pude verificar que veículos continuam transitando livremente pelas areias das praias, sem que haja qualquer punição aos infratores.
Em frente a AABB, pude observar, além dos dois veículos constantes das fotos que enviamos, mais um veículo pálio branco que não conseguimos fotografar, face a bateria ter descarregado.  Também nas imediações do Paraty, pude verificar dois quadriciclos e duas motos circulando livremente pelas areias, sendo um dos quadriciclos na cor vermelha, conduzido por um menor com o pai na garupa.
Como se não bastasse estes infratores da legislação de trânsito, quando voltava da praia, mas imediações do antigo hotel Parque dos Coqueiro, pude ver também cerca de nove veículos nas areias da praia, sem que houvesse qualquer tipo de fiscalização.
Acompanho a sua luta e como sempre, me junto a ela, pois é inadmissível que veículos transitem pelas areias livremente, sem que providências sejam tomadas por quem de direito, que prefere fazer "vistas grossas", em detrimento da segurança dos banhistas e, principalmente, das crianças que frequentam as praias da capital sergipana.
Depois que ocorrer um acidente com vítima fatal, não venham querer alegar desconhecimento do fato, pois a negligência do poder público é gritante, face o problema já persistir por um longo período.”

ESPECIAL

Sergipeprevidência. Um órgão que é exemplo de eficiência

Os gestores do Sergipeprevidencia iniciaram no último dia 12 de fevereiro, o projeto “Sergipeprevidência Convida”, onde um profissional da comunicação ou formador de opinião é convidado para um bate papo informal na sede do órgão. O primeiro jornalista foi Ivan Valença e na semana passada, dia 19, foi o titular deste espaço. De parabéns a toda diretoria na pessoa do presidente, Augusto Fábio, pelo trabalho que vem sendo realizado, num órgão enxuto, que a cada dia reduz os gastos e gera ideias para minimizar o déficit da previdência em Sergipe.

Ontem, 21, no Jornal da Cidade, o jornalista Ivan Valença (colunão), com a competência de sempre publicou um resumo do que viu. O blog republica para conhecimento dos leitores:

A situação previdenciária no Estado

Para o Sergipeprevidência, 2016 é o ano da Educação Previdenciária, ocasião para a divulgação do que é a Previdência de Sergipe e da criação da cultura previdenciária do regime próprio e da legislação previdenciária, não só para os servidores ativos do Estado, como para os inativos.

No dizer do presidente do órgão, Sr. Augusto Fábio de Oliveira, é o período para falar sobre os direitos e deveres dos beneficiários, através de cursos, fóruns, seminários, conversa com jornalistas e formadores de opinião do Estado. No cenário atual, Sergipe tem 27.875 servidores ativos e 28.531 servidores inativos, gerando um déficit de 0,9%. O princípio previdenciário estabelece que cada quadro servidores ativos financiaria um inativo. Então Sergipe já começa perdendo a batalha.

O crescimento exponencial do déficit previdenciário começou em 2014 e o ápice, segundo o Sr. Augusto Fábio, chegará somente em 2032. SÃO 18 anos de crescimento exponencial. Depois de 2032, o déficit começar a cair, tendo em vista os 25 anos em que o inativo continua recebendo a aposentadoria.  O presidente do Sergiprevidência não gosta que se fale em rombo, mas em déficit. “Quando a autarquia foi criada – diz ele -, os recursos foram para pagar aposentados e pensionistas, ou para capitalizar o fundo previdenciário”.

Dos 27.875 servidores ativos do Estado, 48% (ou seja, 13,476) estão na administração direta; 26% (7.177) no magistério; e 16% (4.435) na polícia. O Tribunal de Justiça responde por 7% (ou seja, 1.944 servidores), Assembleia Legislativa, Ministério Público e Tribunal de Contas têm 1% cada, respectivamente, 391, 210 e 242 servidores. De acordo com o comportamento da receita e das despesas de 2015, o déficit em 2015 foi de 1,2 bilhão. De quatro em quatro meses este valor tem novas projeções que podem aumentar ou diminuir o déficit. Para 2016, está previsto um déficit de R$ 1,2 bilhão.

A reforma da previdência tão falada pelo Governo Federal a médio e longo prazo pode afetar a previdência estadual. “É de competência do Governo Federal, através de emenda constitucional, alterar a idade e o tempo de contribuição, mas sempre mantendo os direitos adquiridos pelos beneficiários contemplados pelas emendas constitucional 28 e 41”, diz o Sr. Auguso Fábio. O Sergipeprevidência tem que ficar alerta também para aqueles que buscam burlar a previdência estadual. “Ocorre que alguns casamentos são planejados com o único objetivo de receber pensão. Outro objetivo é receber o benefício pós-morte. Algumas dessas tentativas resistem por algum tempo, outras são levadas para que a Justiça dê sua palavra final”.

O Sergipeprevidência administra o Funprev, a sigla do Fundo Previdenciário. O Funprev tem um saldo, hoje, de R$ 658 milhões. Essa dinheirama fica depositada em instituições financeiras, como Banco do Brasil, do Nordeste e Caixa Econômica Federal. O Sr. Augusto Fábio explica: “Temos que investir numa meta atuarial que é o INPC + 6%. É proibido, e vetado constitucionalmente, o custo destes recursos para outros fins que não sejam para capitalizar o Funprev, algo que não ocorreu em anos anteriores a 2006, o que fez com que o Estado chegasse à situação de hoje. Serve também para pagar os chamados “benefícios de risco”, como aposentadorias por invalidez e pensões”. O ano passado o Funprev teve um ganho real de 3,83%. A rentabilidade das aplicações foi de 14,50% e a inflação anual de 10,67%.

Diante da importância destes dados fornecidos pelo Sergiprevidência, os leitores vão nos permitir voltar a este assunto na próxima semana, com novos dados importantes.

ARTIGO

Cada um no seu quadrado? Por Marcelo Rocha*

Há poucos meses  circulou nas redes sociais uma imagem mostrando o secretário de segurança pública (do Estado de Alagoas) abordando suspeitos em uma rodovia. A repercussão disso  asseguro-lhe dividendos de popularidade política – principalmente junto à sua tropa policial.
Muitos comentários foram feitos a respeito. A maioria esmagadora a favor, destacando o aspecto “operacional” da imagem, mostrando que ele “estava junto” da atividade operacional. É desnecessário dizer que tais comentários são mais próximos ao “calor da emoção” do que aos aspectos técnicos envolvidos.
Cumpre lembrar que a abordagem é um ato que exige vigoroso contato físico, com múltiplas possibilidades de desfecho, que lhe faz inapropriada ser feita com agente trajando terno e sapato social, como no caso das imagens citadas. 
Nesse momento, esqueçamos  as técnicas de abordagem  e passemos à técnica da administração/gestão e o lugar de cada integrante de uma instituição.
Pois bem. Tentando ser simples, toda organização/empresa/instituição, via de regra, organiza-se a partir de 3 níveis de gestão: operacional, tático e estratégico. A própria administração militar, por exemplo, deixa bem claro na disposição dos seus quadros de oficiais, isto, quando os separa em 3 níveis: Subalternos, Intermediários e Superiores.
Essa divisão, tem por objetivo segmentar e definir bem as tarefas de cada bloco de membros da organização, permitindo assim a otimização plena do seu funcionamento ou seu funcionamento minimamente organizado. Desse modo, os integrantes do nível estratégico “definem o que fazer”; os integrantes do nível tático “definem como fazer” e os do nível operacional “executam as ações”. Estariam integrando o nível estratégico os presidentes e diretores, no nível tático teríamos os gerentes (que interligam as decisões estratégicas com a sua efetivação prática) e os executores, que são aqueles que operacionalizam as ações finais da organização/instituição.
Em que pese haver diferenças entre a administração pública e a administração privada, nesse caso não há diferença.
Por esse modelo, que não fora inventando por quem escreve esse texto, fica fácil perceber que não é oportuno aos responsáveis pela definição e trato das estratégias da empresa, no caso do chefe de uma secretaria do primeiro escalão do governo, prestar-se a cumprir funções afeitas ao nível operacional da segurança pública. Em que  pese, como dito, o capital político que lhe permite somar – e sempre há de se discutir até que ponto a capitalização politica pessoal atende ao interesse público?
Mas o fato importante, é que ao engajar-se em ações dessa natureza, o secretário assumiu riscos reais e desnecessários à sua integridade física. Imaginemos a morte de um secretário ou de um chefe de polícia, que se engajou em uma operação policial desnecessária, vez que toda área geográfica é recoberta por diversos níveis operacionais (unidades da polícia militar e civil) com obrigações bem nelas delimitadas?
A título de exemplo, mais um, recorramo-nos às nossas polícias civis, é raro vir uma operação policial civil comandada pessoalmente pelo chefe de polícia, normalmente tais operações cabem exatamente às delegacias da área ou unidades especializadas, conforme o caso.
Em resumo, fato é que, se fosse de sua vontade, Steve Jobs poderia ter ido à China e trabalhado na linha de produção das fábricas que – possivelmente – fabricam os Iphones. Mas certamente, como “mananger” e cérebro da empresa, isso não se  justificaria tanto pelo valor do seu salário, quanto pelos riscos envolvidos e a sua importância como idealizador dos produtos da empresa.
É possível alguém dizer que “quem pode mais pode menos”, ok, mas a questão seria: atende  oportunamente o interesse público quem pode mais fazer o menos ou é melhor cada um no seu quadrado?

*É Capitão PM – omologato.wordpress.com

Blog no twitter: http://www.twitter.com/BlogClaudioNun

Frase do Dia
“Ser vilão é sempre um bom papel. As pessoas se identificam de imediato com o vilão.” Rubens de Falco, ator e teledramaturgo brasileiro, morreu em 22 de Fevereiro de 2008 (nasceu em 19 de Outubro de 1931).

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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