Impasse: governo x servidores

 O impasse criado entre o governo estadual e diversas categorias dos servidores públicos precisa ser analisado de uma forma mais critica e não apenas no afã de alguns que tentam aproveitar o momento para o uso político-partidário. Está claro que a grande maioria dos servidores públicos vem sofrendo com a falta de uma política salarial correta durante vários governos. Ou seja, todas as reivindicações são justas.

  Já no lado do governo estadual também é claro que o novo governador, Marcelo Déda (PT) recebeu o Estado com graves problemas. A situação financeira do governo estadual é difícil por conta de uma linha administrativa que quebrou a máquina no intuito apenas da conquista da reeleição e da politicagem barata. A situação é difícil, principalmente para corrigir distorções salariais que vêm aumentando há muitos anos.

 Mas então porque os sindicalistas estão mais radicais neste governo? É porque eles se sentem como parte do atual governo. Ou seja, Marcelo Déda nasceu nas lutas e grande parte destes sindicalistas cresceram com o atual governador dentro do Partido dos Trabalhadores. É como se estivesse um parente no governo e tivesse que resolver tudo de uma hora para outra.

 Então o governador está certo? Está certo por conta dos números financeiros e do limite da Lei da Responsabilidade Fiscal. Porém, faltou a Marcelo Déda maturidade e “tato” político quando resolveu conceder o reajuste de 2,9%. A coluna não sabe se foi culpa de algum assessor dele (ou Déda não aceitou a idéia), mas faltou uma coisa: dialogo. Não dá para entender que um governador oriundo destas lutas não tivesse a simples idéia de antes de anunciar o reajuste salarial de 2,9%, reunir os representantes de cada sindicato dos servidores e expor “cara a cara”, a situação financeira do Estado. Com certeza Déda ouviria reclamações, mas mostraria a situação e o que poderia ser concedido. O mesmo aconteceria no caso da devolução do Funaserp.

 Este simples ato do governador Marcelo Déda, que não ocorreu, com certeza não teria causado o impasse surgido.  Faltou não apenas dialogo franco e aberto, mas uma atenção aos sindicalistas antes do anúncio do reajuste. Nos discursos  e até no dia que foi eleito, quando discursou no mini-trio na Avenida Barão de Maruim, Déda lembrou que sempre pediu a Deus, que “se fosse para mudar quando assumisse o cargo de governador, que não ganhasse a eleição”. Déda ainda não mudou, mas vem cometendo alguns erros primários, talvez por falta de orientação ou por ouvir, mas decidir sozinho algumas ações que precisam ser analisadas todas as situações futuras, como num jogo de xadrez. Que o impasse surgido com os servidores sirva de lição para o governo que se inicia.

 

Belivaldo Chagas explica conversa

O vice-governador Belivaldo Chagas (PSB) disse ontem que tem a consciência tranqüila quanto à citação do nome dele numa gravação feita pela Operação Navalha. A coluna publicou ontem, 23, em primeira mão, a matéria publicada na edição da Folha de São Paulo. Na gravação o conselheiro do TC, reclama das dificuldades de relacionamento com o novo governo. Tem palavras como “porteira fechada” e “falta de um operador”. Chagas disse que conhece Flávio há muitos anos e a aproximação maior ocorreu nos últimos três anos porque a ex-esposa dele – com quem tem uma filha  – é esposa hoje do conselheiro do TC.

 

Machado diz que apenas recebeu gravatas

Já o deputado José Carlos Machado (DEM) também citado numa conversa com o dono da Gautama, Zuleido Veras, disse que apenas recebeu duas ou três gravatas de presente do empreiteiro e que as emendas que apresentou no orçamento não tiveram recursos liberados pelo governo federal. Machado disse ainda que Zuleido não lhe ofereceu mais nada até porque sabia que ele não tem influencia junto ao governo federal para liberar recursos.

 

Empregada de confiança

Uma gravação feita pela Polícia Federal mostra duas autoridades conversando após uma votação importante que tinha ocorrido recentemente. Na conversa a primeira autoridade diz a outra que está levando o “material”. A outra informa que está no apartamento e que iria mandar a empregada descer para pegar. “E ela é de confiança?”, questionou a primeira autoridade. A segunda respondeu: “É. Tem 20 anos que trabalha para a família”.

 

Jornal do SBT veicula conversa entre Zuleido e Flávio

O jornal do SBT, edição da noite, apresentado por Carlos Nascimento, na última terça-feira, 22, veiculou gravação entre o dono da Gautama, Zuleido Veras e o conselheiro Flávio Conceição. Na conversa – gravada pela PF, com autorização judicial – segundo as investigações, os dois tratavam de recursos via Deso, inclusive citando o nome do presidente da época, Vitor Mandarino.

 

Relatório de inspeção do TC e desculpas aos leitores

Devido ao espaço pequeno e a publicação da nota do ex-governador João Alves e da carta do governador Marcelo Déda fica para manhã, 25, os dados sobre o relatório de inspeção do Tribunal de Contas sobre a investigação realizada na compra de computadores e cabeamentos. Já aos leitores este colunista pede desculpas novamente por não ter espaço para responder e publicar alguns e-mails. Mas espera que a coluna volte no ritmo normal amanhã.

 

Celta da Deagro usado irregularmente

Um celta branco, placa Sergipe – HZU-8336, com vidro fume e sem nenhuma identificação oficial é visto todas as noites se dirigindo para Unit da Farolândia. Por curiosidade este jornalista foi em busca de maiores informações. Descobriu que o carro é do governo estadual. Da Deagro. Um absurdo! Sem identificação, com vidro todo fumê para não identificar o motorista e seus ocupantes. Com certeza o governador não sabe deste uso indevido. Quem é o diretor responsável? É preciso uma punição. Uma prática tão combatida no governo passado e que vem se repetindo agora. Este espaço vai descobrir quem é o diretor que autorizou essa irregularidade e publicará o nome…

 

 

Nota do ex-governador João Alves Filho I

Este espaço pública na integra a nota do ex-governador João Alves Filho sobre a Operação Navalha, com o título Palavra aos sergipanos: “Em respeito ao querido povo do Estado de Sergipe, aos amigos, em especial aqueles que manifestaram a sua solidariedade e suas orações nos momentos difíceis que nossa família tem atravessado, faço questão de esclarecer os seguintes pontos: Nunca mantive – nem autorizei – qualquer tipo de relação diferenciada com a Construtora Gautama. Ela sempre foi tratada por mim como todas as demais fornecedoras de serviços do Governo. Jamais desfrutou de privilégios. Quando assumi o Governo, em 2003, já encontrei a citada construtora escolhida para realizar a obra da Adutora do São Francisco, em virtude de concorrência pública realizada na gestão do meu antecessor, governador Albano Franco. Dei prosseguimento à obra, que é fundamental para o Estado. Assim o fiz porque nada indicava a existência de qualquer irregularidade no processo de escolha da empresa. Os trabalhos e o cronograma de pagamentos seguiram o ritmo normal. A importância e o caráter suprapartidário da obra se comprovam pelo fato de ter recebido recursos provenientes de emendas de parlamentares de diversos partidos (inclusive da oposição)”.

 

Nota do ex-governador João Alves Filho II

Continua a nota: “Nenhum fato desabonava a quitação dos serviços executados, que foram devidamente medidos e fiscalizados. As obras da Adutora do São Francisco passaram por 8 (oito) auditorias do Tribunal de Contas da União. Elas não apontaram irregularidade alguma dos procedimentos que vinham sendo adotados na minha administração. A Construtora Gautama participou de várias concorrências durante o meu Governo. Simplesmente não ganhou nenhuma. Esta é a prova maior de que não existiu favorecimento do meu Governo a essa empresa. Quando iniciei minha vida pública, em 1975, como prefeito de Aracaju, possuía um dos maiores patrimônios do Estado de Sergipe. Era proprietário de três hotéis 4 (quatro) estrelas e outras empresas. A Habitacional era a maior construtora de Sergipe e de Alagoas. Hoje, após ocupar o Governo do Estado por três mandatos e o Ministério do Interior, já não tenho os hotéis e a Habitacional ocupa uma posição modesta entre as empresas de destaque do ramo. Isso ocorreu porque, nesse período, dediquei o melhor das minhas energias a serviço do meu povo, em detrimento dos meus interesses privados. A expressiva diminuição do meu patrimônio é uma prova cabal de que nunca utilizamos a máquina pública para obter benefícios pessoais. Como prefeito, governador e ministro, sempre tive todas as contas das minhas gestões aprovadas sem ressalva nos tribunais de contas do Estado e da União”.

 

Nota do ex-governador João Alves Filho III

Nunca deixei sem resposta qualquer tipo de acusação contra minha honestidade. Cheguei a abrir mão espontaneamente do sigilo bancário. A Receita Federal examinou exaustivamente toda minha vida pública e privada, sem que achasse um único deslize ético ou moral. O povo de Sergipe conhece as obras que realizamos para o desenvolvimento do Estado. Sabe, também, que nunca me omiti na defesa do meu querido Estado, mesmo afrontando poderosos interesses políticos e econômicos, como é o caso da liderança política da luta contra a transposição do rio São Francisco, impedindo há 8 anos o começo das obras. Essa postura, como é do conhecimento público, tem provocado duras represálias do Governo Federal.  Sempre defendi a apuração rigorosa de todas as denúncias que envolvam o patrimônio público. Considero obrigação de qualquer cidadão brasileiro estar sempre à disposição da Justiça para dirimir qualquer dúvida.

No caso específico do meu filho, João Alves Neto, asseguro que bastaria uma simples convocação e ele estaria à disposição, sem a necessidade de tantos constrangimentos, a ele e à nossa família.

Reafirmo minha irrestrita confiança em meu filho, João Alves Neto, em sua austeridade e honradez. Tenho certeza de que, na Justiça, a verdade será plenamente restabelecida”.                                            

 

 

Carta enviada pelo governador Marcelo Déda a FSP I

Ontem, este espaço foi o primeiro em Sergipe a publicar matéria da Folha de São Paulo onde citou os nomes de Marcelo Déda e Belivaldo Chagas na Operação Navalha. A carta enviada por Déda a Folha que está publicada na edição de hoje:  “Em texto publicado na edição de hoje, 23 de maio, desse jornal, publica-se uma arte que ilustra a referida reportagem intitulada “Os políticos na navalha”, contendo grave equívoco que atinge a imagem do Governador do Estado de Sergipe, Marcelo Déda, e agrava a sua honra. Diferente do texto “Investigados citam 3 governadores do PT”, na mesma página da Folha, a arte, publicada com destaque, exibe a foto do Governador de Sergipe e as de outros políticos, induzindo o leitor a acreditar que todos os ali exibidos estão envolvidos com o esquema descoberto pela Polícia Federal através da operação Navalha. Pior, declara, textualmente que houve recebimento de “dinheiro do esquema” e que o governador Marcelo Déda é suspeito de tê-lo recebido das mãos do Vice-Governador Belivaldo Chagas. A frase tem nítido teor calunioso e afronta a realidade dos fatos, os dados constantes dos documentos relativos à investigação, aos quais a Folha informa que teve acesso, e conflita-se absolutamente com o teor da reportagem”.

 

Carta enviada pelo governador Marcelo Déda a FSP II

Continua o governador na carta: “É fundamental esclarecer que o Governador Marcelo Déda não é “suspeito” de nenhuma prática delituosa, não foi indiciado nem está sendo objeto de tal investigação. Mesmo nas informações publicadas no corpo da matéria pela Folha, tendo por fonte, segundo a reportagem, documentos sigilosos da Polícia Federal, não se encontra base para tal ilação: o texto refere-se a diálogos onde o nome do governador é citado por terceiros sem qualquer referência a práticas delituosas, quanto mais como destinatário de dinheiro de qualquer esquema criminoso.Se os repórteres observassem o contexto do documento e o apresentassem aos leitores, ficaria evidente as reclamações e as queixas dos indiciados ouvidos através do “grampo” da PF. Em vários momentos fica evidente que a reunião que o Sr. Flávio Conceição pretendia ter, jamais se realizou; que o referido Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe afirma ter agido dentro daquela corte para impedir auditoria que o Governador determinara nos contratos da Companhia de Saneamento de Sergipe (DESO); que o atual governador é comparado ao anterior e criticado por não ter “operadores”; que Secretários do Governo de Sergipe, atual administração, são chamados de “incompetentes” e “rodas-presas”, verdadeiras “tragédias”, sendo o governo classificado como “travado”. Tudo isso em razão dos grandes obstáculos e pelas dificuldades concretas que encontraram para continuar agindo sob a nova administração”.

 

Carta enviada pelo governador Marcelo Déda a FSP III

Conclui Déda na carta: “O governador Marcelo Déda, que foi prefeito de Aracaju por cinco anos e nunca teve a Gautama como contratada, jamais autorizou o vice-governador, ou qualquer secretário, servidor ou cidadão, a utilização do seu nome para quaisquer tratativas, conversas ou negócios envolvendo contratos ou interesses da administração pública. Se alguém o fez pretendeu exibir liberdades e intimidades que o Chefe do Executivo não lhe tinha deferido.Os negócios do estado são tratados dentro das normas legais e sob os princípios e regras do controle interno. Por oportuno, e considerando o dano inestimável causado pela mencionada abordagem à imagem e à honra do homem público e do cidadão Marcelo Déda Chagas, solicitamos a devida correção com o mesmo destaque da informação equivocada”.

 

FSP publica errata

No espaço “Erramos” a Folha de São Paulo desta quinta-feira,24 publica:BRASIL (23.MAI, PÁG. A7) Diferentemente do publicado no quadro “Os políticos na Navalha”, a PF não aponta o governador Marcelo Déda (PT-SE) como suspeito de receber dinheiro do esquema. O quadro também omitiu que o governador Jackson Lago (PDT-MA) nega ter recebido propina”.

 

 

FSP: Preso diz que vice levou pedidos a Déda I

Matéria da Folha de hoje: 24: “Um dos presos pela Operação Navalha da Polícia Federal, o conselheiro do Tribunal de Contas de Sergipe Flávio Conceição de Oliveira Neto, afirma em conversa telefônica gravada que o vice-governador de Sergipe, Belivaldo Chagas (PSB), encaminhou pleitos da construtora Gautama ao governador do Estado, Marcelo Déda (PT).

O encontro teria ocorrido em 14 de março, dia em que o vice de Déda pediu a Flávio Conceição, em conversa telefônica gravada, informações sobre dois pagamentos do Estado que estariam pendentes, um deles relativo à Gautama. O suposto encontro entre Déda e seu vice foi relatado dessa forma por Flávio Conceição a Zuleido Veras, dono da Gautama: “Teve a conversa do vice com o “número 1” [Déda, segundo a Polícia Federal]. Falei com o vice agora. O “número 1” quer porque quer conversar comigo, tô esperando. O vice colocou no canto e disse tudo como era e como não era a coisa. E ele falou: “Deixe comigo”, o número 1 disse, “deixe comigo”.”A Gautama agia naquela época para tentar receber do governo sergipano R$ 500 mil por supostos serviços feitos na obra de duplicação do sistema de adutoras do Rio São Francisco.Déda e Belivaldo negam que tenham conversado sobre assunto de interesse da Gautama. Segundo o governo de Sergipe, nenhum recurso relativo à obra foi liberado para a empreiteira”.

 

FSP: Preso diz que vice levou pedidos a Déda II

Continua a matéria:Na mesma conversa gravada entre Zuleido Veras e Flávio Conceição, o conselheiro do TCE de Sergipe afirma que teria um encontro a sós com Déda e Belivaldo, com quem possuía uma relação familiar (Conceição é casado com a ex-mulher do vice-governador de Sergipe).”Vou estar com o vice no fim de semana, talvez esteja também com o “número 1”, porque o “número 1″ falou que ia marcar um vinho; eu, ele e o vice, sozinho os três”, diz, apesar de ressalvar a Zuleido: “[O pleito] Já está de novo na mão do “número 1″, mas é que o pessoal é roda presa, o governo empacou. (…) O governo empacou até porque não tem operadores, ninguém opera no governo”.O monitoramento feito da PF nos dias subsequentes mostra que o encontro entre os três não ocorreu. Dá a entender também que a Gautama não teve sucesso na empreitada.

Segundo as gravações das conversas de Flávio Conceição, ele avalia que o novo governo estadual estaria represando recursos no primeiro ano da gestão. “Tranca o Estado um ano, faz um caixa, e o ano que vem entra com as obras.”A PF relata também que o conselheiro comandou a rejeição de uma proposta de auditoria nas obras da Companhia de Saneamento do Estado, o que podia atingir a Gautama. “Além de sua participação intensa na organização criminosa, intermediando contatos e possibilitando liberação de pagamentos, Flávio Conceição também favoreceu a quadrilha no exercício de seu novo cargo como Conselheiro do Tribunal de Contas”, anota o relatório da PF. A votação contra a auditoria ficou em 5 a 1. De acordo com conversas de Flávio com integrantes da Gautama, o grupo desconfiava que o voto pela auditoria havia sido influenciado por Déda”.

 

FSP: Governador e vice negam ter falado de firma

Também na Folha de hoje, 24: “O governador Marcelo Déda e o vice-governador Belivaldo Chagas negaram ter tratado da Gautama.”Marcelo Déda, que foi prefeito de Aracaju por cinco anos e nunca teve a Gautama como contratada, jamais autorizou o vice-governador, ou qualquer secretário, servidor ou cidadão, a utilizar do seu nome para quaisquer tratativas, conversas ou negócios envolvendo contratos ou interesses da administração pública. Se alguém o fez, pretendeu exibir liberdades e intimidades que o chefe do Executivo não lhe tinha deferido.Os negócios do Estado são tratados dentro das normas legais e sob os princípios e regras do controle interno”, disse Déda.O vice contestou as gravações de Flávio Conceição: “Não tinha o mínimo conhecimento das relações escusas desse cidadão com a empresa Gautama. Em nenhum momento levei qualquer assunto escuso para o governador”.

 

Nota dos Sindicatos dos Médicos de Sergipe

O Sindimed vem através deste informar que os médicos não irão paralisar suas atividades hoje, dia 24 de maio de 2007. Ao contrário do que está sendo veiculado por alguns veículos de comunicação nesta manhã, os médicos trabalham normalmente hoje. A paralisação é, isto sim, dos servidores públicos estaduais de nível médio.Os médicos estão em campanha salarial, mas diante de alguns avanços espera que alguns prazos se esgotem antes de tomar qualquer atitude. No caso dos médicos servidores estaduais, o senhor Secretario de Estado da Saúde pediu um prazo de 120 dias (a contar a partir do último dia 15) para discutir com sua equipe a possibilidade de atender as reivindicações da classe médica, prazo este que foi concedido. Diante do exposto, pedimos a gentileza de explicar à comunidade sergipana que os serviços médicos não serão paralisados, a fim de que os usuários não deixem de procurar assistência por conta de uma informação equivocada. A direção.

 

Frase do Dia

“A maior recompensa do nosso trabalho não é o que nos pagam por ele, mas aquilo em que ele nos transforma.” John Ruskin

 

 

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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