Marcha para Jesus 2010

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O prefeito Edvaldo Nogueira recebeu em seu gabinete pastores de igrejas evangélicas que estão organizando a Marcha para Jesus 2010. Durante o encontro, Edvaldo confirmou o apoio da Prefeitura de Aracaju ao evento, que este ano será realizado no dia 3 de junho, feriado de Corpus Christi.


A Marcha para Jesus acontece simultaneamente em centenas de cidades do Brasil e de outros países. Em Aracaju, a expectativa é reunir cerca de 40 mil pessoas de todas as religiões e vários nomes da música gospel numa grande demonstração de fé e comunhão. Sete trios elétricos vão arrastar a multidão, que sairá às 15 horas do Mirante da 13 de Julho com destino ao estacionamento dos mercados municipais, no Centro Histórico da capital sergipana.


O evento está em sua 17ª edição e desde 2000 tem o apoio da Prefeitura de Aracaju. Todos os anos damos nossa colaboração por se tratar de uma mobilização grandiosa, que já faz parte do calendário de eventos religiosos da cidade. Milhares de pessoas participam da Marcha para Jesus, sempre pregando o amor, a paz, a caridade e a união, destacou o prefeito de Aracaju.


Organização


Segundo Adelson Souza dos Santos, organizador da Marcha para Jesus e membro da Igreja do Evangelho Quadrangular, todas as igrejas evangélicas estão envolvidas nos preparativos do evento, que este ano deve superar as edições anteriores em termos de público e estrutura.
Os cantores David Quinlan e Mylla Karvalho farão a festa. Os dois cantores estão com novo trabalho. Mylla era de uma banda secular onde ficou muito famosa, depois virou serva de Deus e agora leva a palavra do Senhor Jesus por onde passa. David já veio muito para Aracaju é benção pura. Esse ano será montado dois palcos nas avenidas Francisco Porto e Nova Saneamento rumo ao mercado onde será o ponto de parada. O evento pretende reunir mais de 40 mil pessoas! Agende e venha louvar ao Senhor.

 

Confira os ganhadores da segunda edição da Noite de Talentos em Itabaianinha


Os premiados da Noite Foram:


Categoria Solo Adulto
1º  Lugar: Meireli Gonçalves Damascena
2º  Lugar: José Luiz de Oliveira Santos
3º  Lugar: Rute de Jesus Alves Melo
Categoria Solo Infantil
1º  Lugar: Rafaelle Karen Monte dos Santos
2º  Lugar: Anny Gabrielle Vieira Nascimento
3º  Lugar: Marcela Samirra Cesar de Souza
Categoria Coreografia
1º  Lugar: Talita Santos e CIA
2º  Lugar: Aléxia, Regiane e Géssica

 

Maior violonista brasileiro, Hélio Delmiro se queixa de preconceito por ser pastor evangélico


Hélio Delmiro, o maior violonista do Brasil, diz que tem um problema. Se a conversão ao credo evangélico, há 24 anos, ajudou-o em muitas questões particulares, hoje, profissionalmente, ele se sente “limado”, vítima de preconceito, esquecido por cantoras e produtores. Hoje evangélico, ele diz que não gravaria temas com referências aos cultos afro-baianos como o que produziu em 1975 para Clara Nunes.

– Eu não sou mais “o cara”, virei “um dos” – comenta, sem falsa modéstia, pouco antes de subir ao pequeno palco do Lapinha e mostrar que continua sendo… o cara, o maior violonista/guitarrista brasileiro.

Artistas de diferentes gerações avalizam. Ed Motta diz adorar Delmiro, e justifica:

– Acho que, no Brasil, o primeiro solo de guitarra no idioma jazzístico foi o que ele fez, brilhantemente, no LP “O som brasileiro de Sarah Vaughan”. O tema é “Preciso aprender a ser só”, de Marcos Valle, e o solo de Hélio é histórico.

O autor desse clássico, Marcos Valle, faz coro:

– O solo de Hélio em “Preciso aprender a ser só” é lindo, seu violão é memorável.

Para o trombonista e arranjador Vittor Santos, “Hélio explicita um Brasil jazzístico via Rio de Janeiro com elegância, vigor e maturidade”.

Opinião compartilhada por muitos, incluindo músicos que, na quarta-feira retrasada, foram ao piano-bar na Lapa, feras como os também violonistas Yamandú Costa, Zé Paulo Becker, Leonardo Amuedo (guitarrista de Ivan Lins) e o saxofonista Zé Nogueira. Além do show no Lapinha – que, inaugurado há dois meses, aposta em uma programação diferenciada, de MPB e instrumental, para o velho bairro boêmio de tanto samba, rock, funk e afins -, o guitarrista tem feito um circuito meio off-Broadway, que incluiu o Sesc Tijuca, e, nesta semana, tem agendados shows no restaurante Otto (dias 19 e 20, na Tijuca e na Barra). Independentemente do tipo de palco, vale a pena assistir a esse carioca do Méier que completará 63 anos na próxima quinta-feira. Ele tem meia dúzia de discos solo brilhantes e também brilhou ao lado de divas como Clara Nunes, Elis Regina e Sarah Vaughan. O que nos leva de volta ao início da conversa.

– Adoro acompanhar cantoras, mas sofro de um preconceito. Em parte, por ter virado pastor, e também pelo processo que movi contra a PolyGram (atual Universal), que tirou minha foto da capa do disco com Sarah Vaughan – conta Delmiro, enquanto, no que pode parecer contraditório, degusta mais um cálice de vinho tinto. – Mas a Bíblia não diz nada contra o vinho, e sim que “tudo é lícito, mas nem tudo convém”. Um dos dons é o domínio próprio. Baseado nisso, podemos até beber, é uma questão de autocontrole. E Jesus bebia vinho.

A fase religiosa mais radical do músico de Cristo passou. Em 1986, atormentado com a doença de duas filhas gêmeas – desenganadas pelos médicos -, e na roda-viva de shows, trocando o dia pela noite, Delmiro tomava banho quando foi capturado pela pregação de um pastor no rádio, que, após ler o versículo 35 do Livro de Isaías da Bíblia, pediu aos ouvintes que orassem. O guitarrista saiu do chuveiro, pegou uma toalha, ajoelhou-se e rezou.

– Uma semana depois, peguei a cocaína que tinha, muito boa, uma cocaína 12 anos, como o Luizinho Eça dizia, e joguei fora, junto com a maconha e as garrafas de uísque.

Em meio ao rebanho da Igreja Universal, logo chamou a atenção do Bispo Macedo, após ter dado um trato no disco de um artista evangélico. Veio então o convite para montar a gravadora da igreja.

– Aceitei, criei a gravadora, sugeri o nome, Line Records, mas, em menos de um ano, depois que tudo engrenou, fui passado para trás, já que não tinha assinado um contrato – conta Delmiro, que, como compensação, ganhou um templo para comandar. – Cresci como pastor, dirigi duas igrejas, sem nunca largar a música. Mas comecei a discordar da forma como eles tratavam os fiéis e saí da Universal.

Delmiro continua evangélico, mas, atualmente, é um pastor independente, desligado de qualquer denominação. Há, no entanto, resquícios de intolerância. Ele, que reclama sofrer de preconceito, diz que, hoje, não gravaria com Clara Nunes temas com referências aos cultos afro-baianos como “A deusa dos orixás”, um dos marcos do disco “Claridade”, que produziu em 1975. Dessa forma, não estaria repetindo o erro de um de seus ídolos no violão, Baden Powell, que, no fim da vida, ao virar evangélico, renegou a genial série de afrossambas com Vinicius? Essa postura não seria um forte combustível para alimentar o tal preconceito?

Delmiro tenta se explicar, diz que Baden engatinhava nos preceitos evangélicos, e que não tem restrição alguma aos afrossambas – “Como o “Canto de Ossanha” , que eu toco” -, mas mantém parte do repertório de Clara Nunes em seu índex particular.

– Não vou cair nessa, foi assim que dancei, não teria as minhas filhas hoje – reafirma ele, falando em bruxaria, ao mesmo tempo em que no seu último CD solo, lançado em 2004 pela Deckdisc, “Compassos”, gravou, sem receio, o standard “Witchcraft” (“Bruxaria”). – Mas ali é uma metáfora, é uma canção romântica.

Regininha Poltergeist: “Agora, sou a Regina Pentecostes”


Celebrada nos anos 90 pelo cantor Fausto Fawcett como uma louraça belzebu, Regininha Poltergeist (foto), de 39 anos, converteu-se ao evangelho e passou a freqüentar a Igreja Evangélica Bola de Neve. Regininha diz que antes da sua conversão, havia se tornado atriz pornô porque estava em depressão, e afirma: “Agora, sou a Regina Pentecostes”.

Confira a entrevista abaixo:

Como você se converteu?

Eu estava em depressão profunda por fazer trabalhos que não tinham a ver comigo. Por causa da grana, passei por cima dos princípios.

Está se referindo aos filmes pornôs?

E às fotos nua também. Eu já não achava legal. Sempre fui tímida, mas me perdi pelo dinheiro. Essa coisa da carne é do diabo.

O que mudou na sua vida?

Tudo. As pessoas começaram a me tratar como eu sou: boa, solícita e que quer fazer o bem. Até meu guarda-roupa mudou. Só fiquei com as blusas comportadas.

Sem decote?

Isso eu já não usava. O problema é que não punha sutiã. Agora, visto top para esconder tudo e, se a blusa for transparente, ainda coloco sutiã por baixo.

Você tem namorado?

Ainda estou esperando o varão que Deus vai escolher para mim. Mas ele terá de pedir permissão à pastora para me namorar.

É uma mudança e tanto. Quantos parceiros você teve até se converter?

Ai, nem me lembro.

Não sente falta de sexo?

Claro, mas leio a Bíblia para pedir tranquilidade, acalmar meu coração e matar a carne, que é o mais importante.

Onde foi parar a Poltergeist?

Não existe mais. Esse apelido foi para o inferno. Agora, sou a Regina Pentecostes.

Fonte: Revista Veja

Parabéns

Hoje é dia de festa para o pastor Marcos Andrade e em grande estilo. Para comemorar essa data,  será oferecido um culto em ações de graças no novo Espaço da Família na Coroa do Meio, às 19h. Ao seu lado a sua belíssima esposa, pastora Cláudia Andrade.

 

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