Uma homenagem, uma lembrança – Araripe Coutinho

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A construtora Celi transpôs as águas do mar vermelho. Lançou no seu Complexo de Decorações a Mansão Luciano Barreto Júnior, uma homenagem a Luciano, filho do engenheiro Luciano Barreto e Maria Celi, mentores do empreendimento. Luciano Barreto Júnior era um empreendedor. Ainda jovem, sonhava com uma sociedade mais justa e igualitária. O seu perfil levou a Construtora a homenageá-lo com um prédio ultra-moderno, feito para os eleitos, com os mais requintados recursos tecnológicos. Uma homenagem, uma lembrança onde se juntam as vozes dos pais e das irmãs Ana Cecília e Alda Barreto, num testemunho vivo de que a memória será preservada e imortalizada na obra de um prédio, mais que um conceito, uma coroação de todos os projetos apresentados pela Celi, uma demonstração de excelência, unindo o prático com a modernidade, o belo com a arte, o excêntrico com as necessidades do homem no século XXI.

A noite de lançamento do Mansão Luciano Barreto Júnior foi mais que um acontecimento imobiliário. Foi uma demonstração de respeito ao público fiel da Celi durante todos estes anos de história, primando por todo os detalhes, dos cravos verdes aos banheiros com tulipas escarlates, à iluminação gloriosa, público heterogêneo de todas as representações e segmentos empresariais, políticos, artísticos e socialites. Uma noite inesquecível, fruto de um trabalho digno de uma das cabeças mais brilhantes, Luciano Barreto, que alçado à primeira linha de um espírito de vitórias e conquistas, fez da homenagem ao seu filho, um acontecimento rico na essência da palavra, porque de espírito, de iluminação tântrica, revelando ainda mais o refinamento de alma deste senhor de gestos comedidos e olhos atentos, acompanhando o seu tempo, como um Dom Quixote, acreditando no homem como centelha divina, cercado por amigos, irmãos, filhos e netos, e mais, ainda pela dádiva de Deus, Senhor de todo o tempo, merecedor que é Luciano Barreto de toda colheita, pela sua vida, mesclada de dor e perdas, mas principalmente também de vitórias e alcances supremos.

A noite não poderia deixar de ser mais gloriosa. O ambiente que Maria Celi projetou como um referencial  dentro de Aracaju, porque de nobres ornamentos e designs  mais avançados no mundo da decoração ganhou na voz de Gal Costa um ar  de Teatro Municipal. Gal entrou vagarosamente e depois de Maria Callas não houve voz igual a dela. Emocionou, travou aquela lágrima quando cantou “Copacabana” e levou o público ao delírio, numa noite regada a muito prósecco e emoção.

A ausência física de Luciano Barreto Júnior, perpetua-se em lembrança no gesto da Celi. Alcançará as alturas num espaço privilegiado, em frente à Sementeira, com o traço do arquiteto Caramelo Vasques e projeto paisagístico de Benedito Abbud. Arquitetos locais como Rui Almeida, Afrânio Reis, Murilo Guerra, Marlon Grama, Carmem Lúcia, Cristina Barreto, Nancy e Socorro Gurjão, Gilvan e Wesley Lemos e Lília Duarte somam-se ao lançamento daquele que será um referencial para a América Latina em comodidade, conforto e automação teconológica.

O sistema de automoção do Mansão Luciano Barreto Júnior pode ser aplicado em diversas possibilidades: segurança, climatização, entretenimento e iluminação. Tudo pode ser interligado pelo seu computador, pocketPC, controle remoto ou telefone celular. É a Celi acreditando num mundo sofisticado, plugado, que exige da construção civil uma política cada vez mais ousada,  diferenciada e independente à luz do que há de mais atual no mundo.

A noite que a Celi ofereceu foi fruto de um trabalho de décadas, deste que é sem dúvida o homem do ano: Luciano Barreto.

O texto acima se trata da opinião do autor e não representa o pensamento do Portal Infonet.
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