A derrubada do Cine Rio Branco – Parte 1

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“É lamentável que esteja se repetindo em Sergipe um fato que nos causa imenso pesar. A derrubada do Cine Rio Branco, assim como vem acontecendo com vários monumentos históricos do cinema brasileiro, deixa uma lacuna irreparável não só para o povo de Sergipe, mas para todos nós que vivemos ou amamos o cinema. Acabo de sair de um seminário da Secretaria Municipal de Cultura de Belo Horizonte sobre preservação de acervos, onde foi discutido amplamente o que nós definimos como enterro da memória e que se o Estado (compreendendo aí Município, Estado e União) não tomar as providências necessárias, cada vez mais a lembrança que teremos será apenas um retrato na parede. Se o Estado, que deveria representar o interesse da população, não consegue fazer seu papel, nós, que só temos o poder de gritar, vemos nosso grito cair no vazio e no esquecimento. (Guigo Pádua, vice-presidente da Associação Curta Minas e Técnico do acervo cinematográfico do Centro de Referência Audiovisual da Prefeitura de Belo Horizonte)

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