Boca de urna: uma prática irregular

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No Brasil o trabalho de boca de urna durante o dia em que ocorre a eleição é claramente irregular, mas não deixa de ser executado. Em todos os lugares pode-se encontrar pessoas acenando bandeiras, parando carros, entregando “santinhos”, dentre outras atividades na busca do voto do eleitor. Visando combater essa prática irregular, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Nelson Jobim, afirmou que a Justiça Eleitoral será rigorosa com as pessoas que pretendam aliciar voto através da boca de urna no próximo dia 6 de outubro. Segundo ele, a chamada boca de urna está definida como aliciamento de voto no dia da eleição, que resulta em pena de seis meses a um ano de detenção e ainda multa de R$ 5 a R$ 15 mil. O ministro Nelson Jobim informou que, como não é possível fazer o policiamento nas 335 mil seções eleitorais espalhadas por todo o Brasil, o TSE escolheu alguns Estados, nos quais policiais à paisana irão prender quem estiver fazendo boca de urna.

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