Brisamar não tem problemas com a Sudene

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O advogado Viana de Assis, na qualidade de principal investidor para a construção do Hotel Brisamar, informou ontem que as obras estão paralisadas desde o ano de 2000 porque o Estado não cumpriu os contratos assinados com a empresa Contur, dona do projeto e executora do mesmo.

Segundo ele, a situação real é que os investidores entrariam com 60% do valor total, a Sudene com 20% e o Estado com os outros 20%. Ocorre que o Estado só participou até agora com 6% do acertado. E isso ainda no governo de Antônio Carlos Valadares. De lá para cá, o governo do Estado não deu a sua contribuição ao projeto, levando a Sudene, através do Finor, a suspender a sua parte.

A Sudene já entrou com 26% do capital acertado e os investidores privados com 52% do que foi combinado. A instituição contribuiu pela última vez em 1999, já que o Estado não vinha cumprindo com sua parte.

Por Ivan Valença

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