Cariri: 11 pessoas são presas em SE e outros estados

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Foram apreendidos cheques, cartões magnéticos clonados, veículos e bens de proveito do crime (Fotos: Ascom SSPSE)

Os presos fraudaram clientes de instituições financeiras em Sergipe e em outros estados

Uma organização criminosa especializada em crimes contra o patrimônio, mediante fraude contra clientes de instituições financeiras em Sergipe e em outros estados é desarticulada pela Polícia Civil de Sergipe, por meio do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope). Entre os golpes realizados pela organização estão dois promovidos em julho e setembro de 2016, que resultaram em um prejuízo aproximado de R$ 1 milhão.

Os detalhes da operação policial que resultou nas prisões de 11 criminosos e na busca de outras duas pessoas que estão foragidas, serão apresentados à imprensa na manhã da próxima segunda-feira, 22, às 8 horas, na sede do Cope. Intitulada como "Cariri", a ação policial ocorreu em quatro estados.

A primeira fase, deflagrada na cidade do Rio de Janeiro na terça-feira, 16, resultou na prisão de três criminosos flagrados em posse de documentos falsos e diversos cartões clonados. A segunda fase, ocorrida na quinta-feira, 18, aconteceu simultaneamente nas cidades de São Paulo/SP, Novo Oriente/CE e Fortaleza/CE, resultando na prisão de sete pessoas.

Por fim, na sexta-feira, 19, na cidade de Araripina/PE, as equipes do Cope efetuaram a prisão de mais um integrante da organização. Além dos presos, que agiam praticamente em todo Nordeste e em outros estados do país, foram apreendidos vários equipamentos utilizados para a prática dos crimes, cartões magnéticos clonados, além de veículos e bens que foram identificados como proveito do crime.

Um total de 30 policiais civis do COPE e da Divisão de Inteligência (Dipol) participaram da operação, além de equipes das polícias Militar e Civil dos respectivos estados. Na coletiva, haverá apresentação dos presos. Estarão presentes a delegada-geral da Polícia Civil, Katarina Feitoza; o diretor do Cope, o delegado Dernival Eloi e a delegada Mayra Moinhos (Cope), responsável pelas investigações.

Com informações da Ascom da SSP

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