Caso Débora Mirachi: Família distribui panfletos

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(Fotos: Divulgação)

Quase três meses após o desaparecimento da universitária Débora Mirachi, 33, a família diz ser muito frustrante a falta de qualquer notícia concreta sobre o paradeiro da estudante de Direito. Mais de 10 mil novos panfletos foram confeccionados e serão distribuídos em Sergipe, em outros estados e com caminhoneiros.

“Até agora não temos nenhuma notícia. Dia 12 de março faz três meses que a Débora desapareceu. A única certeza que temos é que ela não entrou no mar. Estamos acreditando que ela tenha tido um surto psicótico. Por ela sofrer de depressão, pode ter pensado que ninguém ia correr atrás do sumiço. É isso que vem aumentando a nossa esperança de que ela esteja viva”, ressalta a irmã da estudante, Izabel Mirachi.

De acordo com Izabel Mirachi, a família continua recebendo muitas ligações dando conta de que a estudante foi vista em algum local. A gente vai até lá, se tiver câmeras, a gente solicita as imagens, mas nada. Já conversamos com moradores de rua e nada. A polícia tem feito muito, mas também não encontrou qualquer pista. É muito frustrante”, lamenta.

A irmã de Débora Mirachi informou ainda foram feitos mais 10 mil panfletos na tentativa de localizar a estudante.

“Nós fizemos agora uma leva de mais 10 mil panfletos que serão distribuídos nos locais aonde ela morou e nas cidades em que ela costumava dizer aos amigos que gostava. Vamos levar também para pronto-socorros e para abrigos de moradores de rua, além de fazer uma ampla distribuição junto aos caminhoneiros. Isso porque pelo tempo que ela está desaparecida, temos certeza de que não está mais em Sergipe, que deve ter pego alguma carona para outro estado e não descartamos a hipótese de ter sido com algum caminhoneiro”, enfatiza.

Relembre

A estudante do curso de Direito da Universidade Tiradentes (UNIT), Débora Mirachi desapareceu no último dia 12 de dezembro de 2013. No dia 13, o carro dela [um Crossfox] foi encontrado no final da rodovia José Sarney, trancado e com todos os pertences, inclusive os documentos e os cartões de crédito.

A família acionou a polícia e o caso vem sendo investigado pelo Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa Física (DHPP). A delegada Tereza Simony já fez a ouvida das testemunhas. “Ainda estamos trabalhando no caso. O inquérito ainda não foi concluído, já ouvimos mais de 20 pessoas, mas até agora nenhuma novidade, infelizmente”, enfatiza a delegada Tereza Simony.

Qualquer informação sobre o paradeiro de Débora Mirachi deve ser passada pelo contato telefônico: (79) 3255-2628 ou para o 181 [Polícia Civil].

Por Aldaci de Souza

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