DAGV entende que diretor do Usip não cometeu estupro contra servidora

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Denúncia foi feita no início de 2020 (Foto: arquivo Portal Infonet)

O diretor da Unidade Socioeducativa de Internação Provisória (Usip), acusado de estupro por uma funcionária terceirizada da unidade, em janeiro deste ano, não será indiciado pela Polícia Civil. A investigação policial conduzida pelo Departamento de Atendimento aos Grupos Vulneráveis (DAGV) concluiu que a relação sexual foi consentida, isentando o gestor das acusações.

“Pelo que apuramos o que houve foi uma relação sexual consentida. A acusação da vítima de que houve estupro não ficou comprovada. Tudo foi juntado aos autos e encaminhado ao Poder Judiciário”, explicou a delegada da Mulher, Renata Aboim.

A denúncia feita pela funcionária, no início do ano, apontava que ela havia acordado um serviço extra na residência do diretor do Usip, em dezembro de 2019, quando o chefe teria cometido o estupro. O diretor chegou a ser afastado do cargo enquanto as investigações estavam em andamento.

A delegada explicou que como o desfecho da investigação apontou para uma relação sexual consentida, o diretor não foi indiciado, já que o entendimento é que não houve crime.

Por Ícaro Novaes

A matéria foi editada às 18h10 do dia 25/06/2020 para corrigir informações enviadas pela SSP/SE
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