Data para o início da reforma do restaurante Padre Pedro ainda não foi definida

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Padre Pedro recebe em média 1.200 pessoas por dia
Mesmo sem precisar a data, a diretora do Departamento de Segurança Alimentar e Nutricional da Seides, Luiza Rodrigues, informou que o restaurante popular Padre Pedro irá passar por uma reforma estrutural ainda este mês. Todos os espaços do restaurante – banheiros, corredores, refeitório e cozinha – serão reestruturados para oferecer mais comodidade aos clientes.

Segundo o assessor de comunicação da Secretaria de Estado da Inclusão, Assistência e do Desenvolvimento Social (Seides), Salomão Silva, o local que irá alojar o restaurante na época de reforma já foi definido. “Só falta assinar o contrato com o dono do imóvel, que se mostrou um pouco receoso com a mudança estrutural que será feita para abrigar temporariamente o restaurante. Espero que dê tudo certo”, afirma.

José acha que o restaurante precisa passar por várias reformas
Opinião dos clientes

Quem freqüenta o restaurante acredita que ele precisa mesmo passar por reformas. De acordo com o pedreiro José da Silva, “as paredes precisam ser pintadas, os banheiros reformados e os bebedouros trocados por outros que funcionem”.

“Mas apesar de todos esses problemas, o restaurante oferece uma comida boa e um espaço agradável. Dá para todo mundo comer tranquilamente”, diz o pedreiro João dos Santos. O restaurante recebe em média 1.200 pessoas por dia e cobra R$ 1 real por pessoa. O cardápio inclui arroz, feijão, carne, batata palha, macarrão e suco.

Adriano afirma que movimento é mais tranquilo às 12h30

Um dos problemas do Padre Pedro são as enormes filas que começam a partir das 9h. “As pessoas se amontoam na porta e ficam esperando o restaurante abrir. O movimento só é mais tranqüilo às 12h30″, diz Paulo Adriano, uma das pessoas que freqüentam o local. “O bom é que as pessoas comem e vão embora logo, o que agiliza bastante a fila”, conclui.

O calor também é uma dos problemas enfrentados por quem costuma almoçar no Padre Pedro. “Às vezes, o local fica mal ventilado, porque alguns ventiladores não funcionam. Eles [os responsáveis pelo restaurante] deveriam comprar outros ou instalar ar-condicionados”, afirma Jackson Dias.

Por Carla Santana

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