Deso rebate acusações sobre empresa contratada

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Diante das acusações de que teria contratado uma empresa citada durante o escândalo da Operação Navalha, a Deso afirma que a Fuad Rassi participou de uma licitação pública, concorrendo com outras empresas, e venceu o pleito de forma lícita. Segundo a assessoria da Deso, a Fuad Rassi foi contratada para dar continuidade às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no bairro Coqueiral, após a primeira construtora contratada ter abandonado as obras.

As acusações foram publicadas pelo Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgotos do Estado de Sergipe (Sindisan/SE), numa reportagem da edição de 15 de outubro do jornal do sindicato, o ‘Água Quente’.

De acordo com informações do Sindisan, a Deso teria anunciado a realização de uma auditoria em alguns contratos, inclusive no da Fuad Rassi. O Sindisan afirma que até hoje não se sabe o resultado dessa auditoria. “Há quem diga que caiu no esquecimento, chegando até ao absurdo de dizer que houve documentos, que seriam objetos de auditagem, que simplesmente sumiram”, relata um trecho da reportagem.

Segundo a assessoria de imprensa da Deso, não há nenhum impedimento para que a Fuad Rassi atue na obra, tampouco a necessidade da uma auditoria nos contratos firmados com a empresa. “A Fuad Rassi já está realizando a obra de esgoto sanitário, de drenagem pluvial e de abastecimento de água no Coqueiral. O contrato foi firmado a partir de um processo lícito e transparente. A Fuad Rassi ganhou a licitação feita com outras empresas, locais e nacionais”, afirma o assessor da Deso, Fernando Fontes.

Ainda segundo o assessor, o contrato firmado com a Fuad Rassi é de aproximadamente R$ 7,5 milhões, valor total da obra. Ainda segundo ele, a atual gestão da companhia de abastecimento tem trabalhado com total responsabilidade. “A construtora envolvida na Operação Navalha é a Construtora Gautama, e não a Fuad Rassi. Não existe nenhum impedimento em relação a esta última”, garante o assessor sobre a empresa citada durante uma ligação telefônica interceptada pela Polícia Federal em 2007.


 

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