Homem na Lua: verdade ou mentira?

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Todo governo que se preze tem a preocupação de manter, pelo menos, para a posteridade o registro em imagens de um fato ou acontecimento de relevante importância ocorrido no país, principalmente aqueles que tenham sido fruto de iniciativa governamental. Em assim sendo, é indiscutível que as imagens dos dois primeiros homens pisando na lua se enquadram nesse contexto, ultrapassando os limites do próprio interesse dos Estados Unidos da América para alcançar toda a humanidade. Estranhamente isso não ocorreu, já que quatro anos depois da descida na Lua, as fitas que continham essa verdadeira epopéia do ser humano no espaço foram simplesmente apagadas pela Nasa. Sim, o governo norte-americano e a Nasa não tiveram a menor preocupação em preservar as fitas que, pasmem todos, foram reutilizadas para novas gravações de imagens “por cima” daquelas dos dois astronautas em solo lunar.

Esse é mais um dos inúmeros argumentos que os defensores da chamada “teoria da conspiração” se apegam para afirmar com todas as letras que a chegada do homem à Lua em 20 de julho de1969 foi simplesmente uma farsa montada pelo governo dos EUA para propagar a idéia de que o país estava à frente da então União Soviética na corrida espacial. Ao longo dos últimos 40 anos essa idéia que ganhou a denominação de “A maior fraude do século XX” foi ganhando adeptos no mundo inteiro e hoje conta com uma grande legião de pessoas em diferentes países que a defendem apresentando “provas irrefutáveis” contidas em fotos e no filme. Algumas delas: a bandeira norte-americana tremulando na superfície da lua (onde não há vento); a inexistência de estrelas no céu; se havia uma única fonte de luz (Sol), como se explica que as sombras dos astronautas Buzz Aldrin e Neil Armstrong, tenham comprimentos diferentes?, as marcas das botas usadas pelos astronautas são mais parecidas com marcas feitas em solo úmido (mas na Lua não há água), as temperaturas na superfície lunar variam de 120 graus Celsius negativos a 150 graus Celsius positivos e nem filmes especiais seriam capazes de resistir a tamanha oscilação, e a maior de todas: a imagem de uma pessoa de camiseta e calça jeans (técnico da filmagem?) refletida no visor do capacete de um dos astronautas. 

Além dessas “provas”, os “conspiradores” dizem com convicção que as filmagens foram realizadas em um estúdio cinematográfico e que o diretor era, nada mais nada menos, do que Stanley Kubrick, o cineasta que dirigiu o cultuado filme “2001 – Uma odisséia no espaço”. A esse respeito, a filha do diretor, em entrevista recente, não confirmou e nem desmentiu a aludida participação do pai na suposta montagem da farsa, o que deixou muita gente muito mais desconfiada.

No sofisticado, mas desiludido mundo de hoje onde reinam absolutas a dissimulação, a enganação, o engodo ou outra denominação que se queira dar à pura e deslavada mentira, tudo é possível (uma prova disso: há empresas nos EUA que vendem lotes de terrenos na Lua). Apesar de aceita como verdadeira, a chegada do homem à Lua há 40 anos ainda é cercada de controvérsias, especialmente porque se deu durante o governo do mais enganador e mentiroso presidente que os Estados Unidos da América já tiveram: o famigerado Richard Nixon. 

E você, caro leitor? É daqueles que se emociona com a frase dita pelo astronauta Neil Armstrong ao pisar o solo lunar: “Um pequeno passo para o homem e um grande salto para a humanidade”, ou acredita que tudo não passou de mera “conversa para boi dormir” para alardear a idéia de que os norte-americanos são os melhores e os maiores do mundo? Será que daqui a 40 anos conheceremos a verdade verdadeira?  

Por Giovani Allievi 
Colaborador

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