Igreja Católica tem propostas políticas para a família

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A Comissão Nacional da Pastoral Familiar da Conferência Nacional dos Bispos dos Brasil – CNBB -encaminhou às dioceses de Sergipe propostas para serem discutidas com os católicos e servir de documento base de políticas familiares para os candidatos a cargos eletivos este ano. A idéia central é a defesa da família e medidas sociais que possam beneficiá-la.

Veja a seguir algumas propostas que poderão enriquecer a plataforma política dos candidatos:

A) Defender a idéia de família como a união durável entre um homem e uma mulher e eventuais filhos, pois assemelhar a família a qualquer grupo que compartilha o mesmo teto a desvaloriza e enfraquece.

B) Sustentar e promover as pessoas em suas famílias num quadro de medidas fiscais que, por exemplo, alivia o peso dos impostos de acordo com números de filhos, de filhos na escola, de membros desempregados.

C) Medidas que ajudam famílias recém constituídas ou jovens casais que se ajuntaram, em virtude da chegada de um filho antes de terem condições de se casar a regularizarem sua situação: liberar despesa de cartório, facilitar acesso a uma casa, emprego e a aquisição de mobiliário necessário.

D) Apoio a famílias de idosos ou de pessoas que assumem pessoas idosas e/ou doentes crônicos físicos e mentais, que não são capazes da administrar autonomamente suas vida.

E) Reconhecimento público e financeiro do valor social das funções domésticas, da paternidade e da maternidade (Verdadeiro Salário Família)

F) Flexibilidade do horário de trabalho dos pais que enfrentam situações especiais no lar (gravidez, doenças, dificuldades educacionais…)

G) Redução da carga horária de trabalho para que os pais possam acompanhar, educar filhos (próprios ou adotados) pequenos até que adquiram certa idade.

H) Criação (ou apoio logístico e financeiro) de Consultórios Familiares para
Acompanhamento de casais e/ou famílias em crise.

I) Instituição de “Escola de Família”, objetivando preparar adequadamente as pessoas para a constituição de uma família e respectiva convivência familiar ou inclusão do tema no currículo educacional oficial.

J) Inclusão no currículo educacional oficial do tema “Planejamento Familiar”, priorizando os métodos naturais.

K) Criação de um Ministério ou uma Secretaria Especial da Família, que gere, acolha, sistematize e acompanhe a aplicação das políticas familiares.

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