Justiça concede liberdade a PM presa em Aracaju

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Na saída a policial recebeu a solidariedade (Fotos: Portal Infonet)

Na tarde deste domingo, 19, a juíza plantonista Drª. Bruna Aparecida de Carvalho, julgou o habeas corpus e concedeu a liberdade para a sargento da Polícia Militar e presidente da Associação das Policiais Femininas do Estado de Sergipe, Svetlana Barbosa Silva. Na saída do Presmil, a policial ainda abalada não contou detalhes da prisão, mas disse que não tinha conseguido dormir. Muitas pessoas foram a porta do Presídio Militar para receber a sargento.

O caso que está sendo acompanhando pela equipe do Portal Infonet, ocorreu quando ontem,18, a sargento foi presa acusada de abandono de serviço, crime previsto no Código Penal Militar, com pena de detenção que varia entre três meses a um ano.

Conforme já noticiado, após a prisão, a sargento chegou a passar mal e foi encaminhada ao Hospital de Polícia Militar (HPM) e logo em seguida, retornou ao Presídio Militar de Sergipe (Presmil).

De acordo com o tenente-coronel Paulo César Paiva, chefe da 5ª Seção da Polícia Militar de Sergipe, setor responsável pela comunicação social da corporação, ela estava escalada para supervisionar as equipes que estão atuando no policiamento ostensivo do Centro da cidade, que é a área vinculada ao 8º Batalhão da Polícia Militar.

Abalada a policial disse que não tinha conseguido dormir

O advogado Márlio Damasceno, que atua na Associação dos Militares do Estado de Sergipe, recebeu estas informações e vê excessos nos encaminhamentos que levaram à prisão da policial. “Como abandono de serviço, se ela não se ausentou da área de atuação? Na minha ótica, não vejo abandono de serviço”, comentou o advogado.

Outro caso

Em 2013, O Conselho Permanente da Justiça Militar, por quatro votos a um, opinou pela absolvição da soldado Ediana Barbosa de Oliveira, acusada por abandono de posto de trabalho na noite do dia 3 de abril de 2011. Ela foi autuada em flagrante à época, foi a julgamento e saiu vitoriosa, conforme sentença anunciada em dezembro de 2013 pelo juiz Diógenes Barreto, que conduziu o julgamento.

* A matéria foi alterada às 16h36 para acréscimo das imagens

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