Mais uma agência de banco é assaltada em Aracaju

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Agência Banese: assalto antes do meio-dia (Fotos: Cássia Santana/Portal Infonet)

Mais um assalto a agência bancária foi registrado em Aracaju. O assalto contra à agência Augusto Leite, do Banese, foi praticado pouco antes do meio-dia desta quinta-feira, 13, no bairro Cirurgia. Quatro homens se aproximaram da agência ocupando um Siena de cor prata e um deles permaneceu ao volante, enquanto os outros três agiram para render o vigilante e roubar dinheiro da agência, além da arma e do colete balístico do vigilante.

De acordo com informações do presidente do Sindicato dos Vigilantes do Estado de Sergipe (Sindivigilante), Genilson Pereira, dois homens armados se posicionaram do lado de fora da agência e ameaçaram o vigilante apontando as armas pela vidraça, enquanto o outro, que passou desarmado pela porta giratória, exigiu que o vigilante passasse a arma, indicando que ele poderia ser morto pelos outros dois que estavam do lado de fora em posição de ataque.

De posse da arma e do colete balístico do vigilante, o assaltante que estava no interior da agência orientou os clientes a deitar no chão, entre eles um policial militar que estava à paisana, sem uniforme, e pegou dinheiro dos caixas. Após a ação, os bandidos abandonaram a agência sem molestar os clientes e o expediente da agência foi encerrado.

Genilson Pereira: atendimento psicológico a vigilante

Dirigentes do sindicato chegaram à agência momentos após o assalto. “Estamos aguardando o vigilante vítima para que ele vá à Delegacia de Polícia prestar queixa depois de receber atendimento psicológico”, explicou o presidente do sindicato, esclarecendo que este atendimento deve ser prestado pela empresa de segurança para a qual o vigilante trabalha.

A gerência de marketing do Banese informou que auditores estão fazendo levantamento para identificar o montante roubado e que as imagens captadas pelo circuito interno de segurança já foram cedidas à polícia, que está realizando diligência na tentativa de identificar e prender os marginais.

Por Cássia Santana

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