Moradores do Mosqueiro relatam roubos frequentes a casas e animais

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Segundo relatos de alguns populares, o aumento da incidência de roubos virou rotina (Foto: Portal Infonet)

Nós últimos três meses a rotina dos moradores do Mosqueiro, Zona de Expansão da capital, tem sido de medo e insegurança. Segundo relatos de alguns populares, o aumento da incidência de roubos virou rotina. Constantes assaltos e arrombamentos à casas e à criação de animais têm acontecido com frequência, deixando a população com receio da criminalidade.

Criação de galinhas foi reduzida após o furto (Foto: Portal Infonet)

“Eu tenho essa propriedade há mais de trinta anos. Nos últimos meses é que vem tendo essa onda de assaltos”, afirma um morador, que não quis se identificar. Ele relata que no início deste mês de julho teve sua propriedade invadida. “Levaram mais de 40 galinhas. Eu tinha uma grande criação, mas agora ela ficou bem reduzida”, conta. Ainda segundo ele, assim que chegou na chácara para descansar foi informado do furto pelo caseiro. “Ele me disse que o furto foi por volta das 4h. O rapaz que cuida do local percebeu a falta das galinhas e a porta do galinheiro estava toda aberta”, relata.

Outro morador, que também pediu para não ser identificado, diz que o “caos” na localidade começou recentemente. “De 90 dias para cá está tendo essa onda de roubos”, informa. Ele explica que muitos moradores da localidade vivem com receio de ter a casa invadida. “Há um posto da CPRv [Companhia de Polícia Rodoviária Estadual] aqui perto. Nós já avisamos os agentes da polícia, mas até agora nenhuma solução”, relata. Ainda segundo o morador, caso nada seja feito, há um temor da violência aumentar. “Arrombamentos de casa também têm sido frequentes. Está se tornando uma região muito perigosa”, lamenta.

Segundo a Assessoria de Comunicação da Polícia Militar de Sergipe (PM-SE), o policiamento na região segue de maneira normal e frequente. “Nós temos equipes da Companhia de Policiamento de Trânsito (CPTran) e também agentes do Batalhão de Policiamento Turístico (BPTur) que cobrem toda aquela região”, informa.

Ainda segundo o Tenente-coronel, Fábio Machado, responsável pela Comunicação da PM, é indispensável que a população registre o Boletim de Ocorrências (B.O). “Sem B.O não há como nós mapearmos determinada área e intensificar o policiamento. A PM trabalha com estratégia e inteligência. Neste caso específico, é necessário que os moradores comparecem à Delegacia para prestar a ocorrência”, orienta. “Nós, da Polícia, não podemos agir por “ouvir dizer”. Tem que ter esse registro”, acrescenta.

por João Paulo Schneider e Aisla Vascconcelos

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