Na manhã desta quinta-feira, 1º, manifestantes ocuparam entrada da Prefeitura de Aracaju

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Manifestantes fazem protestos em frente a Prefeitura de Aracaju (Fotos: Portal Infonet)
Após a assembléia realizada em dois galpões na Rua Maranhão na manhã desta quinta-feira, 1º, os manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Urbanos (Motu) ocuparam a frente da Prefeitura de Aracaju, no Centro Administrativo Professor Aloísio de Campos. Eles reivindicam do prefeito Edvaldo Nogueira uma solução para as famílias que vivem em um hotel inacabado na Atalaia.

Os integrantes do Motu foram recebidos pela secretária de Inclusão Social, Rosária Rabelo, e pelo secretário Chefe de Gabinete, Bosco Rolemberg, mas disseram que só vão sair quando forem recebidos pelo prefeito da capital.

De acordo com o coordenador do Motu, José Marcos Simões, o município tem que garantir moradia à população. “A nossa vinda é para reforçar que o pessoal está aguardando uma posição da Prefeitura com relação aos ocupantes do hotel abandonado. Em Aracaju, principalmente após essas chuvas, existem muitos desabrigados e nós apoiamos a classe trabalhadora”, diz.

Bosco Rolemberg disse que a prefeitura irá cadastrar as famílias que ocupam hotel inacabado
Simões contou ainda que os manifestantes estão preparados para resistir e só vão deixar a prefeitura quando o prefeito Edvaldo Nogueira atendê-los. “Em quatro anos de luta nós não fomos recebidos pelo Prefeito Edvaldo Nogueira. A gente só vai sair da frente da prefeitura quando ele nos atender, podemos até ficar uma semana. Estamos reivindicando uma solução para essas famílias que vivem no Flat Atalaia que está abandonado”, fala.

Segundo o secretário Chefe de Gabinete Bosco Rolemberg, a prefeitura vem fazendo todos os esforços para diminuir o déficit habitacional em Aracaju. “Estamos tomando providências, mas sabemos que não vamos atender a todos. A gente está resolvendo através do programa do governo federal ‘Minha Casa, Minha Vida’. A construção de 600 casas no Coqueiral e mais 2 mil no Santa Maria vai diminuir o problema, mas a cada dia a cidade cresce e a demanda aumenta. O que podemos fazer no momento é cadastrar as famílias que ocupam essa construção privada”, informa.

Por Bruno Antunes

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